Autor Tópico: [UFC Fight Night] Poirier vs Pettis - 11 de Novembro  (Lida 218 vezes)

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Rodrigo Cesar

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em: 09 de Novembro de 2017, 14:39
UFC Fight Night Poirier vs. Pettis
Luta: Dustin Poirier vs. Anthony Pettis
Data e Hora: 12 Nov 05:30 GMT


Este fim de semana o octógono volta a mexer-se dentro do litoral leste norte americano e aterra em Norfolk na Virginia para mais uma UFC Fight Night.
O evento principal da noite põe frente-a-frente o 8º e 13º classificados do ranking de peso-leve da organização, respetivamente Dustin Poirier e Anthony Pettis.

Dustin Poirier, 28 anos, é um dos bons talentos da recheada divisão de pesos-leves, provavelmente a divisão mais apetrechada do UFC.
Apesar da tenra idade, Poirier pode-se considerar já uma espécie de veterano da organização uma vez que fez parte do plantel de lutadores da WEC incorporados em 2010 quando a promoção de luta se fundiu com o UFC.
Desde do início da carreira profissional a lutar como um peso-leve, Poirier optou por descer para o peso-pena quando se estrou no UFC. Dentro da categoria dos penas, Poirier fez onze lutas, venceu oito e perdeu três, e após a última dessas, uma derrota frente a Conor McGregor, decidiu por fim subir novamente para a sua categoria de peso original, o peso-leve.
De volta aos leves, Poirier mostrou-se um lutador mais consistente, quiçá envigorado por não se submeter a um corte de peso tão drástico e iniciou uma boa sequência de quatro vitórias que foi violentamente interrompida por um KO face às rápidas mãos de Michael Johnson. Depois disso recuperou-se com uma vitória frente ao veterano Jim Miller e na sua última luta a contenda terminou num “no contest” após o seu adversário, o ex-campeão Eddy Alvarez, o ter atingido com uma joelhada ilegal numa luta que até se poderá argumentar que Poirier estaria a levar a melhor.

Anthony Pettis, 30 anos, é um ex-campeão da categoria que busca voltar ao topo da divisão da qual já foi Rei.
Formado com base no Taekwondo, Pettis revelou-se também no WEC onde foi consagrado como o último campeão de peso-leve da organização antes da fusão com o UFC.
Com uma entrada em falso no UFC ao perder para Clay Guida, Pettis recuperou-se com três vitórias consecutivas e desafiou com sucesso o cinturão de Ben Henderson ao vencer com uma chave de braço. Teve uma defesa de título vitoriosa frente a Gilbert Melendez mas acabou por perder o cinturão na seguinte defesa ao ser amplamente dominado durante cinco rounds por Rafael dos Anjos.
A perda do título iniciou uma fase difícil para Pettis que sofreu mais duas derrotas consecutivas que o afastaram bastante do espectro de uma nova disputa de cinturão e dessa forma o norte americano decidiu fazer uma espécie de reset momentâneo na carreira e desceu para a categoria de peso abaixo, os pesos-penas, talvez prevendo um rumo mais rápido para o título dessa categoria que na altura era pertença de José Aldo, alguém que no passado já tinha sido planeado lutar com Pettis, numa contenda que eventualmente foi cancelada por lesão do americano.
Com uma estreia vitoriosa nos penas, Pettis ganhou a chance de disputar o cinturão interino frente a Max Holloway mas após um corte de peso difícil que inclusivamente o fez falhar o limite de peso da categoria, redundou numa derrota por TKO para Holloway, o que fez Pettis tomar a decisão de retornar à divisão dos leves por sentir que realisticamente o corte de peso que necessitaria para se manter nos penas era insustentável.
De volta aos leves, Pettis rentrou da melhor forma ao derrotar por decisão na sua última luta o veterano Jim Miller.

Um confronto bem equilibrado e traduzido também na forma como os oddsmakers olham para a luta.
Apesar de a diferença de idades entre ambos ser mínima, ambos estão em momentos na carreira diferentes, pois se de um lado Poirier vem demonstrando uma interessante segunda vida nos leves, já Pettis tenta voltar a ser relevante dentro do Top 10 da categoria.
Poirier é um lutador bem completo que tanto se sente confortável a lutar em pé, como, se sente necessário, tenta levar para o chão usando o seu wrestling. Tem poder de nocaute e talvez por isso às vezes se envolva e se comprometa num estilo de striking quase que de luta de rua que tanto pode lhe pode dar frutos, como pode ser apanhado por alguém mais rápido e habilidoso que tenha a arte de encontrar o seu queixo mais exposto.
Pettis, mercê do seu estilo forjado no Taekwondo, é talvez um dos melhores pontapeadores dentro do UFC e tenta normalmente usar mais a distância para preparar e utilizar o vasto reportório de pontapés que possuí. Isso normalmente proporciona a que alcance finalizações e golpes bem impressionantes e contundentes. Em contradição o seu boxe não está ao mesmo nível dos seus pontapés, e adversários pressionantes com um jogo de mãos bem limado costumam pôr-lhe problemas assim como oponentes que tenham um wrestling potente e que constantemente partam para o derrube. Ainda assim de costas no chão, Pettis tem um BJJ perigoso que não pode ser subestimado.
Poirier pode ter aqui sucesso se conseguir encurtar a distância e fazer uso do seu maior volume de golpes e trabalho de pés para seguir frustrando as tentativas de Pettis em armar os seus pontapés, mas tenho algumas reservas em como o consiga fazer com consistência através de um gameplan que possa aguentar 25 minutos, seja porque não acho que Poirier tenha gás para isso, como também duvido que o mesmo consiga evitar entrar em “brawling” como tantas vezes faz.
Mantendo a compostura, acho que Pettis vai eventualmente conseguir usar o seu arsenal para ir “desacelarando” Poirier ou mesmo atingir um queixo que já mostrou não ser dos mais confiáveis.
Existem também possibilidades de Poirier tentar levar a luta para o chão, um pouco à semelhança do que fez com Joe Duffy, tornando a luta mais “suja” com bastante clinch e “dirty boxing”, mas contra Duffy foram três rounds e aqui poderão ser até cinco assaltos o que na minha opinião será acima do que o cardio de Poirier possa aguentar, sobretudo por ser ele a propor a pressão.
Não vejo que Poirier seja exatamente o tipo de lutador que costuma ser “kryptonite” para as ambições de Pettis e ou este consegue uma das suas finalizações de assinatura ou acabará por fazer com que os seus golpes o conduzam para a superioridade nos cartões dos juízes. 


Aposta: Anthony Pettis @1.92 1XBet



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em: 10 de Novembro de 2017, 12:52
UFC Fight Night Poirier vs. Pettis
Luta: Matt Brown vs. Diego Sanchez
Data e Hora: 12 Nov 05:00 GMT


No co-evento principal da noite vão defrontar-se dois veteranos com peso e história não só da categoria dos meio-médios, como de todo o UFC. Numa verdadeira luta de dois guerreiros à moda antiga, o popular Matt Brown  irá defrontar o não menos famoso Diego Sanchez.

Matt Brown de 36 anos, fará em Norfolk possivelmente última luta da sua carreira. Depois de confirmado pelo próprio que a reforma viria após esta luta, pondo um fim a uma carreira de respeito com quase 10 anos de octógono e 24 lutas dentro do mesmo, eis que Brown já veio dizer esta semana que ainda não tem a certeza se anunciará a retirada pois aparentemente o camp de treino para esta luta foi dos melhores em que se sentiu ultimamente.
Brown iniciou-se no UFC através do reality-show TUF 7, competição onde entrou como peso-médio. Posteriormente já como parte do “roster” da companhia, baixou para a sua categoria de origem, meio médio e é onde se tem mantido desde aí.
Depois de um início titubeante na organização, numa categoria de peso conhecida por ser das mais duras da organização, Brown conseguiu numa determinada altura compilar sete triunfos consecutivos que o deixaram à porta de uma disputa de cinturão, algo que eventualmente nunca conseguiu. A derrota em 2014 para Robbie Lawler numa espécie de eliminatória para a disputa do título frente ao na altura campeão Hendricks, iniciou a pior fase na carreira de Brown que em seis lutas apenas venceu uma, acabando o “Immortal” por se afundar no ranking da categoria até ao 15º lugar que ocupa neste momento.

Diego Sanchez, 35 anos é um dos lutadores mais queridos da “fanbase” de MMA e vencedor da 1ª edição do TUF na versão peso-médio em 2005.
Com uma carreira nos desportos de combate iniciada através do wrestling de liceu, eventualmente Sanchez enveredou pelo MMA e começou a ter sucesso como profissional.
Depois do sucesso pioneiro no TUF, Sanchez entrou a divisão de meio-médio do UFC onde se manteve por um tempo até decidir descer para o peso-leve e foi aí que chegou a disputar o cinturão, perdendo na altura para o campeão BJ Penn.
Desde desse tempo teve mais umas mudanças entre divisões de peso tendo chegado a lutar inclusive no peso-pena e alternando vitórias com derrotas até aos dias de hoje, sendo que na sua última luta frente a Al Iaquinta perdeu pela primeira vez através de um nocaute direto.

Uma luta que promete ser uma verdadeira guerra entre dois atletas que entre ambos tem somado dez bónus de lutas da noite no UFC. Ambos são lutadores de pressão constante que tem por hábito envolver-se em disputas sangrentas onde normalmente o coração fala mais alto que a cabeça. Ambos também compartilham o facto de que todo o estrago acumulado que levam parece estar nesta altura a manifestar-se com maior frequência através de nocautes e nocautes técnicos que ambos vêm sofrendo recentemente, um sinónimo indubitável de que a durabilidade está afetada.
Brown para além de ser alguém com uma capacidade intensa de manter o ritmo da luta alto, acresce a isso ser um excelente lutador de “clinch”, usando muito volume e diversidade de golpes com destaque para as violentas cotoveladas vindas dos mais diversos ângulos.
Sanchez, como referi, não é diferente, e está sempre em constante movimento atacante, variando entre um kickboxing que alterna com tentativas de quedas que lhe proporcionem explanar o seu “ground n’ pound”, sempre apoiado num condicionamento físico de topo. O seu estilo por mais atrativo que seja para os fãs também proporciona que seja alguém que é extremamente castigado nesse processo, especialmente por lutadores com mãos mais deceptivas o que também sugere que a evolução de Sanchez enquanto lutador durante os anos não foi de todo a mais pronunciada.
Algo que me parece importante para o desfecho da luta é que Brown será aqui o homem mais forte, seja em altura e em envergadura o que lhe proporcionará sem dúvida uma boa vantagem na hora do combate, especialmente aliado ao seu wrestling defensivo para defender possíveis “double legs” que Sanchez possa atirar.
A luta mantendo-se em pé e tendo em conta a predisposição quase “psicótica” de ambos em carregar ofensivamente, vejo um Matt Brown mais apetrechado para fazer mais estragos e consequentemente parar um Diego Sanchez que não finaliza uma luta vai para quase 10 anos e com um queixo que aparenta estar a soçobrar nos últimos tempos. Não que a durabilidade de Brown também não possa aqui ser questionada, mas se olharmos a concorrência que cada um enfrentou, denotamos que Brown nesta sua safra de últimas cinco derrotas enfrentou dois ex-campeões da categoria e dois ex-desafiantes de título, diferente dos lutadores que pararam Sanchez, note-se, na categoria de peso abaixo dos pesos-leves.
Fazendo fé nas palavras de Brown que diz se se sente melhor que nunca e motivadíssimo com o seu último camp de treino, vejo grandes chances para que o “Immortal” vença dentro dos 15 minutos de duração da luta, eventualmente levando a que adie por mais um pouco a sua reforma para contentamento dos fãs mais hardcore de MMA.


Aposta: Matt Brown por KO, TKO ou DQ @1.83 Betfair



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Re: [UFC Fight Night] Poirier vs Pettis - 11 de Novembro
« Responder #2 em: 10 de Novembro de 2017, 12:52 »

Rodrigo Cesar

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em: 10 de Novembro de 2017, 13:49
@Biscione

Lauzon dog contra o guida?

o que pensa?
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em: 10 de Novembro de 2017, 16:04
@Biscione

Lauzon dog contra o guida?

o que pensa?

Até consigo ver a forma como o Lauzon pode levar a luta mas honestamente acho que seja mais improvável. Se não achar a submissão cedo o Guida vai pôr aquele feijão com arroz de wrestling em prática que é muito desgastante.  O Lauzon para mim não tem cardio que aguente ritmo, o que diminui logo o discernimento para finalizar a luta mais à frente. Esta para mim é Guida por decisão.



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em: 10 de Novembro de 2017, 20:47
UFC Fight Night Poirier vs. Pettis
Luta: Junior Albini vs. Andrei Arlovski
Data e Hora: 12 Nov 04:30 GMT


Na 4ª luta do card principal temos uma luta que põe em confronto dois pesos-pesados em momentos diametralmente opostos da carreira, de um lado o brasileiro Junior Albini que irá defrontar o bielorusso e ex-campeão de pesos-pesados da organização, Andrei Arlovski.

Junior Albini, apenas 26 anos, com tão somente uma luta no UFC parece apostado em deixar boa impressão na divisão.
Natural do estado do Paraná, Albini introduziu-se nas artes marciais quando começou inicialmente a treinar boxe, expandindo conhecimentos posteriormente para o BJJ e a luta livre.
Após ter algum sucesso durante alguns anos a nível do circuito regional brasileiro, Albini teve a chance de ser chamado a lutar no UFC em julho último, e fê-lo da melhor forma nocauteando o seu adversário, Timothy Johnson ainda durante o 1º assalto. Após a luta, Albini contou um pouco à imprensa sobre a sua vida e sobre o quão difícil é conseguir ter uma subsistência enquanto lutador profissional em circuitos mais pequenos o que sem dúvida é demonstrativo de o quanto representa para si esta chance no UFC.
Desta forma, numa divisão de pesos-pesados algo magra a nível de renovação de talento, eis que Albini tem a chance de imediatamente elevar o seu nome na divisão caso consigo derrotar o consagrado Andrei Arlovski.

Andrei Arlovski de 38 anos, é uma das lendas vivas do MMA e com uma carreira que já extravasou inclusivamente para a representação.
Formado na sua juventude em Sambô, uma espécie luta livre em versão de leste, Arlovski interessou-se também por outras vertentes das artes marciais o que levou eventualmente a que se estreasse no MMA com apenas 20 anos.
Passado apenas um ano Arlovski já estava a combater no UFC, e foi durante essa sua primeira estadia no Ultimate que o bielorusso se sagrou campeão de pesos-pesados.
Mais à frente Arlovski percorreu diversas organizações de MMA durante alguns anos até retornar em 2014 ao UFC. Depois de um bom recomeço na organização que o puseram a um passo de nova disputa de cinturão, eis que a produtividade do bielorusso decaiu abruptamente nos últimos dois anos e nesta altura são cinco as derrotas consecutivas que o bielorusso procura inverter.
Com uma experiência enorme e com lutas feitas contra um sem número de nomes de topo do MMA, Arlovski procura demonstrar que ainda tem algum “gás no tanque”, já que uma derrota aqui praticamente sela o destino final de um lutador que em quinze derrotas do seu cartel profissional, dez foram por nocaute e três delas nas suas últimas cinco lutas.

Aqui temos mais um típico match-up entre um jovem em ascensão que procura fazer nome à custa de um veterano a decair a pico na sua produção. 
Albini é aqui o homem mais novo em doze anos e apesar de ter pesado cerca de 10 kg mais que o bielorusso, não acredito que isso se traduza em desvantagem na rapidez.
Para além do típico alto poder de nocaute que possuí enquanto peso-pesado, Albini demonstra que as suas bases de boxe são fulcrais na forma como se movimenta e como distribuí eficazmente e com precisão os seus golpes. Sabe escolher as entradas e saídas da distância e não teme se a luta eventualmente terminar no solo.
Arlovski com os anos afastou-se cada vez mais da sua base de sambô, e o seu grappling tornou-se em grande parte um recurso apenas da sua luta em pé.
Com uma mão direita poderosíssima, Arlovski é alguém com o poder de derrubar alguém com um único golpe, assim como pode ser ele o derrubado, estando apenas aqui em questão quem acerta primeiro.
Albini parece-me ter aqui alguma vantagem em como trabalha as combinações e certamente podemos questionar até que ponto Arlovski não estará afetado mentalmente pelos constantes nocautes que vem sofrendo.
Contudo estamos a falar de uma luta de pesos-pesados e muitas vezes aqui a lógica pode ser invertida pelo simples facto de que um único golpe basta para terminar a luta, e por mais questionável que possa ser o queixo de Arlovski, o poder de nocaute e a experiência estão lá e podem muito bem manifestar-se.
Tudo no papel aponta para o favoritismo de Albini, mas a amostra que temos do lutador ainda não é significativa pois não sabemos como se comportará se não alcançar o nocaute rapidamente e como isso poderá afetar a sua durabilidade caso Arlovski consiga arrastar a luta no tempo.
Arlovski também não é propriamente o maior exemplo a nível de capacidade cardiovascular e tudo aponta para que tenhamos aqui uma luta movimentada no 1º assalto que termine eventualmente com alguém no chão nocauteado. Vou respeitar aqui o “punchers chance” de Arlovski e opto por escolher apenas o método em como penso que terminará a luta.


Aposta: Qualquer lutador a vencer por KO, TKO ou DQ @1.41 Unibet




 


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