Autor Tópico: Uma dedicatória à Madeleine  (Lida 29464 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

OLX

  • Visitante
em: 24 de Abril de 2009, 16:27
Acho muito estranho mesmo a Oprah arriscar dar visibilidade a uma pessoa em que o caso está tãoooooooo nebulado ainda... mesmo sabendo que a Oprah no que toca a crianças faz tudo bem..,

Muito estranho a Oprah ir numa "fantochada" destas...  :roll:

No mínimo existe uma "dúvida razoável" que a criança morreu em casa e o corpo foi escondido pelo pais...
« Última modificação: 24 de Abril de 2009, 16:27 por LObo »



Dunadan

  • Magnata
  • D
  • Estado:
    Offline
  • Registo: Set 2005
  • Localidade: Lisboa
  • Mensagens:
    218230
  • Nacionalidade: 00
  • Pts Tipsr:
    359
em: 12 de Setembro de 2009, 11:25
Guerra e Paz reage a censura dos tribunais

A cada página virada no caso de Maddie McCann, outra começa a ser escrita. A editora Guerra e Paz recebeu ontem a notificação do tribunal para retirar do mercado todos os exemplares do livro de Gonçalo Amaral sobre o desaparecimento de Maddie. E no mesmo dia comunicou a sua intenção de contestar a decisão judicial.

A editora diz que as proibições decretadas "são atentatórias da liberdade de expressão e da liberdade contratual, ferindo os direitos mais elementares consagrados na Constituição". A decisão judicial proíbe a venda do livro, bem como a publicação de quaisquer comentários e entrevistas sobre a tese do ex-investigador da PJ sobre o caso.

As proibições agora impostas são o culminar das exigências do casal McCann, que diz que "a procura de Madeleine foi prejudicada" pelo livro - pelo que exige 1,2 milhões de euros de indemnização. "Querem ganhar dinheiro e ir pagando a sua casa como têm pago", é a resposta do ex-PJ, que garante que o livro vai até "ser editado em inglês".

A editora dá uma resposta diferente: "Só o respeito pelas instituições e a nossa vontade de contribuir para o seu prestígio nos leva a acatar esta proibição arbitrária", garante - com a promessa de combater a decisão em tribunal. O comunicado termina com um elogio ao autor: "Por ser sujeito à violação do direito de livre expressão, proibição que não honra o país onde nasceu."



Advogado de Amaral considera proibição do livro um atentado à liberdade de expressão

O advogado do ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral disse hoje "lastimar" como cidadão que a venda do livro sobre o desaparecimento de Madeleine McCann tenha sido proibida, o que limitará a "liberdade de expressão" em Portugal.

Em declarações à Agência Lusa, António Cabrita disse não ter sido ainda notificado da decisão da providência cautelar que proíbe a venda do livro "A Verdade da Mentira" e não querer tomar uma posição jurídica sobre o assunto sem falar previamente com o seu cliente, Gonçalo Amaral.

Contudo, observou que, a confirmar-se o teor da decisão, divulgada pela comunicação social, é a "liberdade de expressão" que pode estar a ser limitada, porque o livro sobre o desaparecimento da criança inglesa no Algarve emite uma opinião sobre "determinados factos" que ocorreram.

O advogado de Gonçalo Amaral disse ser "estranho" que, tendo o livro sido publicado há mais de um ano, só agora tenha sido intentada uma providência cautelar para proibir o livro, quando as vendas da obra já "atingiram o seu apogeu".

"Isto como cidadão deixa-me preocupado", comentou António Cabrita, notando também que esta medida surge numa altura em que se falava na possibilidade de tradução da obra e de um eventual interesse de a comercializar no Reino Unido.

"Se isto for verdade, é possível que esta reacção tenha a ver com isso", admitiu o causídico, dizendo, contudo, que "lastima" o que está a suceder.

Entre outras afirmações relacionadas com a proibição do livro sobre a investigação sobre o desaparecimento da menina inglesa, António Cabrita vincou que "não foi a pituitária de Gonçalo Amaral que andou a farejar o odor a cadáver" .

Contactado pela Lusa, Gonçalo Amaral não quis prestar declarações, remetendo todas as questões para o seu advogado.

O Tribunal Cível de Lisboa proibiu a venda do livro “A Verdade da Mentira” sobre o desaparecimento de Madeleine McCann, da autoria do ex-inspector da Polícia Judiciária (PJ) Gonçalo Amaral, e ordenou a retirada dos exemplares disponíveis no mercado.

A decisão do tribunal, a que a Lusa teve hoje acesso, é resultado de um procedimento cautelar instaurado contra o ex-inspector e as editoras para impedir a continuação da divulgação do livro e do vídeo nele baseado, assim como das teses neles difundidas que apontam para um envolvimentos dos pais no desparecimento da criança.

A acção foi interposta por Kate e Gerry McCann em conjunto com os três filhos, Madeleine, Sean e Amelie, que são representados pela advogada Isabel Duarte.

A menina inglesa Madeleine McCann desapareceu em 03 de Maio de 2007, quando tinha três anos de idade, do quarto de um apartamento num aldeamento turístico na Praia da Luz, concelho de Lagos, Algarve, onde se encontrava a passar férias com os pais e os dois irmãos.

Os pais foram constituídos arguidos em Setembro de 2007 mas ilibados em Julho de 2008 por falta de provas.

A família manteve desde o início a posição de que Madeleine foi raptada, mas até hoje as autoridades não conseguiram saber o que realmente aconteceu, tendo o Ministério Público arquivado o caso, que pode ser reaberto se surgirem novos dados sobre o desaparecimento de Madeleine.



Livro de Gonçalo Amaral proibido - Tribunal dá razão aos McCann

O livro de Gonçalo Amaral, ex-inspector da Polícia Judiciária, “Maddie – A Verdade da Mentira” vai deixar, a partir de hoje, de poder ser vendido e todos os exemplares em banca ou armazém vão ser retirados do mercado. A decisão foi tomada hoje pela 13ª Vara Cível de Lisboa na sequência de uma providência cautelar apresentada pelo casal McCann, pais de Maddie – desaparecida na praia da Luz em Maio de 2007. Gonçalo Amaral argumenta no seu livro que os pais da criança são os únicos responsáveis pelo desaparecimento e morte da filha. O tribunal decidiu também aceitar o pedido do casal McCann de proibir a distribuição do filme com base no mesmo livro, que chegou a ser exibido pela TVI. O ex-inspector da Polícia Judiciária ficou ainda proibido de fazer declarações sobre o conteúdo do livro ou do vídeo.


Fonte: ionline.pt
« Última modificação: 12 de Setembro de 2009, 11:30 por Dunadan »



miguelyn

  • Administrador
  • Estado:
    Offline
  • Registo: Nov 2005
  • Localidade: Lamego
  • Mensagens:
    63841
  • Nacionalidade: pt
  • Pts Tipsr:
    1579
em: 12 de Setembro de 2009, 11:57
E viva a censura :yoo:

(é a 3ª vez esta semana que escrevo esta frase :shock:)
:roll:



Forum de Apostas

Re: Uma dedicatória à Madeleine
« Responder #197 em: 12 de Setembro de 2009, 11:57 »

Infante

  • Sem Dívidas
  • I
  • Estado:
    Offline
  • Registo: Out 2009
  • Localidade: Portugal
  • Mensagens:
    335
    Pts Tipsr:
    0
em: 13 de Novembro de 2009, 00:33
Tristeza...

O que se passou, mais ou menos, já todos nós sabemos...

Aconteceu o que aconteceu, eles encheram o cu de dinheiro, fama, e outras coisas, pessoas inocentes viram o seu nome ligado ao desaparecimento da menina, a polícia Portuguesa foi criticada, afectou o turismo no Algarve (não tenho dados concretos, mas penso que não é mentira), etc.

 :incredulo:
"Muitos dizem que sou apenas mais um a tentar; que vou acabar como tantos outros; que sonho em demasia. O que os sonhos têm de belo não é o destino, mas a viagem.
Sou apenas mais um a acreditar."



Fred

  • Multimilionário
  • Estado:
    Offline
  • Registo: Abr 2010
  • Localidade: Porto
  • Mensagens:
    7942
  • Nacionalidade: pt
  • Pts Tipsr:
    38
em: 02 de Setembro de 2010, 17:11
Maddie levada por mafia cigana


Antes de morrer, pedófilo deixou carta a dizer que menina foi raptada por encomenda para casal que não pode ter filhos.


Raymond Hewlett, um pedófilo referenciado pelas autoridades britânicas e que chegou a ser suspeito no desaparecimento de Madeleine McCann da praia da Luz, no Algarve, em 2007, terá confessado antes de morrer que sabia qual o destino da criança inglesa.

Vítima de um cancro na garganta, deixou uma carta ao filho, revelando que nada teve a ver com o caso e que Maddie foi levada por um gangue cigano, que rapta crianças para vendê-las a casais ricos que não podem ter filhos, sem qualquer ligação a redes pedófilas, noticiou o jornal The Sun.

Segundo o tablóide inglês, Raymond Hewlett, 62 anos, garantiu que esse grupo cigano tinha uma espécie de lista de compras de potenciais alvos. Os detectives privados que trabalham para a família McCann ficaram "extremamente interessados" nas declarações de Hewlett e, segundo uma fonte próxima citada pelo The Sun, "o que ele diz enquadra--se perfeitamente na primeira teoria, a de que ela foi raptada por encomenda".

"Ele contou que um amigo cigano, que conhecia em Portugal, se embebedou e lhe contou que tinha roubado Maddie para uma encomenda", contou o filho Wayne, 40 anos, acrescentando que, ainda segundo o pai, esse gangue "operava há muito tempo e que apanhava crianças para casais que não podiam ter filhos. Tiravam fotos das crianças e enviavam-nas às pessoas, que diziam 'sim' ou 'não'".


http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1653427



ZeNuno

  • Magnata
  • Z
  • Estado:
    Offline
  • Registo: Jun 2009
  • Localidade: Braga
  • Mensagens:
    27070
  • Nacionalidade: pt
  • Pts Tipsr:
    325
em: 02 de Setembro de 2010, 17:13
Toca a dar mais dinheiro para se descobrir onde ela "está"  :incredulo: :incredulo:




 


Casas de Apostas: bet pt / Betclic / ESC Online / Nossa Aposta / Casino Portugal

Rede Apostaganha: Apostas e Prognósticos / Palpites e Dicas de Apostas / Pronósticos de Apuestas / Betting Tips and Predictions / Melhores Cassinos Online Brasil / Mejores Casinos Online de América Latina