Autor Tópico: [EURO 2012] Grupo A  (Lida 2559 vezes)

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miguelyn

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em: 24 de Abril de 2012, 17:23
Apresentação Geral

« Última modificação: 27 de Maio de 2012, 16:14 por miguelyn »
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miguelyn

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em: 24 de Abril de 2012, 17:24


EURO 2012

POLÓNIA


INTRODUÇÃO

A Polónia chega pela segunda vez a uma fase final de um campeonato Europeu. Chega com o pensamento de ir o mais longe possível, tentando não repetir o Euro 2008 onde se ficou pela fase de grupos. Já nos Mundiais os polacos têm obtido melhores resultados onde alcançaram a meia final em 1974 e 1982.

Não querendo desvalorizar a actual equipa polaca, mas não a podemos comparar em termos de qualidade com a equipa polaca da década de 70, equipa que conseguiu excelentes resultados como já citei anteriormente.

Um factor a ter muito em conta para este Euro é o factor casa da Polónia. Tendo o vibrante público polaco a apoiar a Polónia pode ir muito longe. Pontos contra esta equipa são sem dúvida a inexperiência e a falta de rodagem da maioria dos jogadores em grandes competições.

Pontos a favor desta equipa são sem dúvida a sólida defesa e a organização defensiva imposta pelo novo selecionador Smuda, ou seja, esta equipa vale por um todo e não por um ou outro jogador, equipa homogénea.

PALMARÉS

- Fase de Grupos (2008)
- 1 presença (2008)

TRAJECTO NA QUALIFICAÇÃO

Foi apurada directamente devido ao facto de ser um dos dois anfitriões do Euro 2012.

CONVOCADOS

Convocados oficiais:

- Wojciech Szczesny
- Guarda-redes
- 9 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Arsenal FC
- Przemysław Tytoń
- Guarda-redes
- 5 internacionalizações
- 0 golos marcados
- PSV Eindhoven
- Grzegorz Sandomierski
- Guarda-redes
- 3 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Genk
- Sebastian Boenisch
- Defesa
- 5 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Werder Bremen

- Grzegorz Wojtkowiak
- Defesa
- 18 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Lech Poznan
- Marcin Kamiński
- Defesa
- 3 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Lech Poznan
- Marcin Wasilewski
- Defesa
- 47 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Anderlecht
- Jakub Wawrzyniak
- Defesa
- 25 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Legia

- Damien Perquis
- Defesa
- 6 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Sochaux
- Łukasz Piszczek
- Defesa
- 23 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Borussia Dortmund
- Dariusz Dudka
- Médio
- 62 internacionalizações
- 2 golos marcados
- Auxerre
- Adam Matuszczyk
- Médio
- 19 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Fortuna Düsseldorf

- Eugen Polanski
- Médio
- 7 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Mainz
- Maciej Rybus
- Médio
- 20 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Terek
- Ludovic Obraniak
- Médio
- 22 internacionalizações
- 4 golos marcados
- Bordeaux
- Rafał Murawski
- Médio
- 42 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Lech Poznan

- Jakub Błaszczykowski
- Médio
- 50 internacionalizações
- 8 golos marcados
- Borussia Dortmund
- Adrian Mierzejewski
- Médio
- 22 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Trabzonspor
- Rafał Wolski
- Médio
- 2 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Legia
- Robert Lewandowski
- Avançado
- 41 internacionalizações
- 13 golos marcados
- Borussia Dortmund

- Artur Sobiech
- Avançado
- 4 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Hannover
- Kamil Grosicki
- Avançado
- 12 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Sivasspor
- Paweł Brożek
- Avançado
- 34 internacionalizações
- 8 golos marcados
- Trabzonspor


PRINCIPAIS ATLETAS
       
Wojciech Szczesny é uma das principais esperanças polacas para este europeu. O jogador do Arsenal tem oportunidade de continuar a mostrar todo o seu talento num grande palco como é o Euro 2012. Acabado de fazer 22 anos tendo sido aposta pessoal de Arséne Wenger para contrariar os sérios problemas que o Arsenal tinha na baliza e desde então agarrou a oportunidade com as duas mãos e neste momento é o titular indiscutível da baliza dos gunners.

É um guarda redes bastante seguro entre os postes e intransponível pelo ar. Algo que abona a favor do polaco é a sua altura, cerca de 196 cm.

Remeteu para o banco de suplentes no Arsenal e na seleção polaca Lukasz Fabiansky. Muitas das aspirações dos polacos recaem no grande guarda-redes de onde se esperam defesas milagrosas que consigam empurrar a seleção polaca para o sucesso.
       
Robert Lewandowski Se de Szczesny se esperam grandes defesas, já de Robert Lewandowski esperam-se os golos. Robert Lewandowski ganhou recentemente o título de campeão alemão ao serviço do Borussia Dortmund e de certeza absoluta que vai querer juntar o título de campeão a um bom Euro 2012.

Lewandowski deu nas vistas no Lech Poznan onde, curiosamente, o seu treinador era Smuda(atual selecionador polaco) e desde então foi uma subida alucinante na sua carreira. Tendo marcado 32 golos em 52 jogos obviamente chamou a atenção de grandes clubes, o caso do Borussia Dortmund que não se arrependeu de ter contratado o craque polaco de 23 anos. Desde que chegou ao Borussia tem coleccionado golos atrás de golos, tendo 30 em 67 jogos. Grandes esperanças estão depositadas no possante avançado polaco para que este faça aquilo que melhor sabe, isto é, marcar golos e projecte a seleção polaca para primeiro plano.
 

SELECCIONADOR

     Franciszek Smuda é um treinador polaco de 64 anos.
Antes de se tornar treinador, Smuda foi um conhecido jogador de futebol, principalmente por causa da agressividade que colocava em cada jogada, cuja garra tenta ainda hoje tenta transportar para os jogadores polacos. Jogou em diversos clubes pela Europa mas foi na América do Norte que jogou a parte terminal da sua carreira, onde mais tarde pendurou as botas.

Começou a sua carreira de forma discreta onde nem obteve grandes resultados. Em 1995/1996 esse sucesso chegou ao comando do Widzew Łódź, levando esta modesta equipa até então, ao título de campeão polaco. Mais tarde, ao serviço do Wisla Cracóvia, levou-os novamente à conquista do campeonato. Smuda parecia estar no caminho certo para se tornar um treinador de topo quando volta a não conseguir alcançar o sucesso tendo mudado de clube com grande frequência. Quando regressou ao Lech Poznan conseguiu surpreendentemente a passagem da fase de grupos, a conquista da taça da polónia e o terceiro lugar no campeonato.

Depois de todo este sucesso no Lech Poznan saiu pela porta grande e ingressou Zagłębie Łubin. Em Outubro de 2009 recebe o convite e a responsabilidade de comandar a selecção Polaca no Euro 2012 como anfitrião.

Numa entrevista recente Smuda abordou vários temas:
"Estamos, por assim dizer, a passar por uma crise futebolística na Polónia, em termos de talentos individuais e grandes futebolistas", disse Smuda. "Não estamos como nos anos 70, 80 ou 90."

"Criámos uma equipa jovem, com uma média de idades entre os 23 e os 24 anos. Contudo, encontrámos uma equipa que joga a 100 por cento das suas capacidades. Primeiro, foi necessário encontrar o 'onze' titular e, depois, 25, 26 jogadores."

"Creio que tivemos uma boa decisão de agir como se estivéssemos a competir em jogos oficiais, por pontos. Houve progressos, particularmente em termos de tácticas. Não sofremos tantos golos como quando cheguei ao cargo. Fizemos progressos notáveis."

Smuda sente que a equipa no seu comando melhorou em muitos aspectos e tal podemos confirmar, visto que a equipa polaca nos jogos amigáveis de preparação revelou essencialmente muita organização, disciplina e principalmente não podemos esquecer que é o começo de uma nova era no futebol polaco como a idade média dos jogadores o demonstra.

PERSPECTIVAS

No meu ponto de vista, a Polónia debate-se com uma excelente oportunidade de fazer história ultrapassando a fase de grupos. Recorde-se que o seu grupo é composto pela Rússia, República Checa e Grécia, o que, em comparação com outros grupos, é acessível à selecção polaca. Penso que se a selecção da Polónia se demonstrar toda esta organização pode ir muito longe e certamente também será muito importante para os jogadores polacos o apoio do público, ou seja, sentirem que o país está com eles.

Como já referi, penso que a Polónia tem uma excelente hipótese de ultrapassar a fase de grupos como tão cedo não terá, acredito que consigam ultrapassar a fase de grupos empurrados pelo público. Penso que já será muito bom alcançarem os quartos de final, mas, na minha perspectiva, ultrapassar os quartos de final já será algo muito difícil devido ao facto de irem jogar os “quartos” com o grupo B, para muitos especialistas “o grupo da morte”.
       
EQUIPAMENTOS


CALENDÁRIO E LOCAL DAS PROVAS

08 de Junho às 17h00      Polónia  vs  Grécia     Varsóvia
12 de Junho às 19h45     Rússia vs Polónia       Varsóvia
16 de Junho às 19h45     República Checa vs Polónia         Wroclaw

VÍDEO



LINKS






Apresentação elaborada por: pais365
« Última modificação: 02 de Junho de 2012, 17:47 por miguelyn »
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EURO 2012

GRÉCIA



INTRODUÇÃO
A Federação Grega de Futebol tem o nome “Hellenic Football Federation” . A sigla grega para esta federação, fundada no ano de 1926, é EPO.
De entre as equipas que já conseguiram conquistar um Campeonato Europeu, a Grécia será aquela que o fez com o futebol menos espectacular, tendo sido talvez a vencedora mais inesperada de todas as edições do EURO que foram realizadas até agora. No seu historial, apenas no século XXI, depois de vencer o EURO 2004, numa final de má memória para os portugueses, começou a ser cliente habitual das fases finais do Campeonato Europeu. Antes disso, apenas por uma vez marcou presença num campeonato Europeu, em 1980, na Itália, tendo ficado pelo caminho na fase de grupos, com 1 empate e 2 derrotas, tendo conseguido, ainda assim, empatar com a República Federal da Alemanha (RFA), que viria a sagrar-se campeã europeia nesse ano.

Mas a página de ouro dos gregos no futebol tem bem vincado o nome de Portugal. Ano de 2004, Estádio do Dragão. A 12 de Junho era dado o pontapé de saída da primeira grande prova organizada em solo lusitano. A Grécia era o adversário... “Acessível”, pensava a grande maioria dos portugueses. Os gregos, treinados por Otto Rehhagel, chegavam ao Euro português como uma das selecções com menos possibilidades, mas começaram desde cedo a desafiar a lógica. Venceram Portugal no jogo de abertura e empataram com a Espanha no segundo jogo. Os focos viraram-se finalmente para uma Grécia que nunca tinha feito nada de extraordinário no mundo do futebol. Mesmo derrotados pela Rússia, no último jogo do grupo, seguiram em frente para os quartos-de-final. O adversário seguinte era a campeã europeia em título, a poderosa França. Daqui já praticamente ninguém acreditava que os gregos pudessem seguir em frente, mas os Deuses estavam mesmo com eles. Vitória por 1-0 e a final à distância de um jogo. Agora era preciso “vergar” a República Checa, para muitos a equipa que melhor futebol praticava no EURO 2004. A Grécia fechou-se, defendeu, esperou pelo prolongamento... E aí deitou por terra o sonho checo. Curiosamente, para a final estava reservado o mesmo jogo que para a abertura, Portugal-Grécia. Desta vez no Estádio da Luz, mas só isso mudou. No final os gregos voltaram a vencer. 4 de Julho de 2004, o dia mais dourado na história do futebol helénico. Angelos Charisteas, ele que marcou o golo decisivo, ganhou para sempre um pedestal junto dos maiores deuses gregos.

Mas o ano de 2004 foi um oásis no deserto do sucesso da Grécia. Em 2008, a campeã em título voltava aos grandes palcos europeus, na Áustria e na Suíça. Grande parte dos jogadores mantinham-se, Otto Rehhagel também, mas a Grécia sofreu 3 derrotas em 3 jogos e voltou rapidamente a casa.
Ao todo, em 3 presenças em Europeus, os gregos contabilizam um total de 12 jogos, com 3 vitórias (todas em 2004), 3 empates e 6 derrotas, com um total de 9 golos marcados e 13 golos sofridos nas anteriores presenças.
Este ano os gregos regressam ao EURO, conseguem a terceira presença consecutiva e esperam que o futebol possa fazer esquecer os tempos muito difíceis que se vivem a nível político e financeiro neste país mediterrânico.

Um povo de sangue quente, que por vezes ferve em demasia, a exemplo de alguns desacatos que causam por vezes nos estádios ou dos desacatos que têm causado nas grandes manifestações políticas que têm acontecido neste país ultimamente, os adeptos gregos nem sempre são conhecidos pelo seu bom comportamento. Existem, inclusive, alguns grupos de adeptos radicais, que por vezes causam alguns distúrbios.

Neste momento o treinador da selecção grega é Fernando Santos (entrou após o Mundial de 2010, na África do Sul) e o capitão também é bem conhecido dos portugueses, Giorgios Karagounis, agora ao serviço do Panathinaikos, mas que já vestiu as camisolas do Inter de Milão e do Benfica.

A Grécia não perde um jogo oficial desde o final do Mundial 2010, tendo apenas uma derrota nos últimos 19 jogos se incluirmos os encontros amigáveis. Conta nas suas fileiras com alguns jogadores conhecidos dos amantes do futebol, mas não tem jogadores colocados nos grandes emblemas europeus. O guarda-redes Tzorvas, do Palermo, o defesa Papadopoulos, no Schalke 04, os médios Karagounis e Katsouranis, ambos no Panathinaikos actualmente, e os avançados Samaras, do Celtic, e Salpingidis, do PAOK, são as grandes figuras desta selecção actualmente.

PALMARÉS
   1 vez campeã (2004)
   Nunca foi finalista derrotada
   Nunca foi semi-finalista
   3 presenças em Campeonatos da Europa anteriores (1980, 2004, 2008)

TRAJECTO NA QUALIFICAÇÃO

No apuramento para este EURO2012, a Grécia pode gabar-se de fazer parte do restrito grupo de selecções que não perderam qualquer jogo, mas nem se pode dizer que tenha tido um início fácil neste grupo F de qualificação. Os gregos empataram o jogo inaugural, em casa, contra a frágil Geórgia e isso criou alguma desconfiança nos adeptos. No segundo jogo, novo empate, esse mais positivo, uma vez que foi obtido na visita à Croácia. Depois disso a equipa entrou numa fase positiva, de 5 vitórias consecutivas, ainda que sempre por margens curtas (uma imagem de marca desta Grécia), que permitiram à selecção helénica chegar ao primeiro lugar do grupo. Só que um empate inesperado na Letónia voltou a colocar os gregos em posição difícil, visto que a Croácia tinha voltado a liderar. Ficava tudo para resolver no frente a frente. Na jornada 9 a Grécia recebeu a Croácia e venceu por 2-0, com os golos a surgirem nos vinte minutos finais. Estava recuperada a liderança e estava dado um passo de gigante para a qualificação directa, que os gregos confirmaram com uma vitória na Geórgia, na última jornada, cheia de sofrimento. Depois de estar a perder durante 60minutos, a Grécia deu a volta nos últimos 10minutos da partida e carimbou o passaporte para a Ucrânia/Polónia.


CONVOCADOS

   Convocatória já revelada pelo seleccionador Fernando Santos, que resolveu convocar 26 jogadores numa primeira fase, para preparar o EURO2012

   
         - Michalis Sifakis
         - Guarda-redes
         - 11 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Aris Salónica
         
         
         - Alexis Tzorvas
         - Guarda-redes
         - 16 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Palermo
         - Costas Chalkias
         - Guarda-redes
         - 29 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - PAOK Salónica
         - Sokratis Papastathopoulos
         - Defesa
         - 26 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Werder Bremen


   
         - Kiryakos Papadopoulos
         - Defesa
         - 7 internacionalizações
         - 2 golos marcados
         - Schalke 04
         
         
         - Avraam Papadopoulos
         - Defesa
         - 31 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Olympiacos
         - Giorgos Tzavelas
         - Defesa
         - 5 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Mónaco
         - Vasilis Torosidis
         - Defesa
         - 43 internacionalizações
         - 5 golos marcados
         - Olympiacos



   
         - Thanos Petsos
         - Defesa
         - 1 internacionalização
         - 0 golos marcados
         - Kaiserslautern
         
         
         - Giannis Maniatis
         - Defesa
         - 7 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Olympiacos
         - Stilianos Malezas
         - Defesa
         - 1 internacionalização
         - 0 golos marcados
         - PAOK Salónica
         - Giorgios Karagounis
         - Médio
         - 115 internacionalizações
         - 8 golos marcados
         - Panathinaikos


   
         - Giorgos Fotakis
         - Médio
         - 9 internacionalizações
         - 2 golos marcados
         - PAOK Salónica
         
         
         - Sotiris Ninis
         - Médio
         - 18 internacionalizações
         - 2 golos marcados
         - Panathinaikos
         - Grigoris Makos
         - Médio
         - 10 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - AEK Atenas
         - Kostas Fortounis
         - Médio
         - 1 internacionalização
         - 0 golos marcados
         - Kaiserslautern


   
         - Ioannis Fetfatzidis
         - Médio
         - 12 internacionalizações
         - 3 golos marcados
         - Olympiacos
         
         
         - Kostas Katsouranis
         - Médio
         - 89 internacionalização
         - 9 golos marcados
         - Panathinaikos
         - Nicolaos Liberopoulos
         - Avançado
         - 74 internacionalizações
         - 13 golos marcados
         - AEK Atenas
         - Theofanis Gekas
         - Avançado
         - 56 internacionalizações
         - 21 golos marcados
         - Samsunspor

   
         - Georgios Samaras
         - Avançado
         - 52 internacionalizações
         - 7 golos marcados
         - Celtic Glasgow
         - Kostas Mitroglou
         - Avançado
         - 11 internacionalizações
         - 0 golos marcados
         - Atromitos
         - Dimitris Salpingidis
         - Avançado
         - 55 internacionalizações
         - 7 golos marcados
         - PAOK Salónica

PRINCIPAIS ATLETAS
   
            
      
      Giorgos Karagounis é a principal cara desta selecção grega. Já tem 35 anos, mas continua a ser um indiscutível para Fernando Santos, devido ao seu carisma e também à sua qualidade no meio campo. Joga agora ao serviço do Panathinaikos, na Grécia, mas ao longo da carreira já passou pelo Inter de Milão e também já jogou em Portugal, onde representou o Benfica.

      O médio era um dos elementos da actual selecção grega que já fazia parte da selecção que se sagrou campeã europeia em Portugal, sendo já um dos indiscutíveis nessa altura, estatuto que mantém até agora, devendo envergar, neste EURO 2012 a braçadeira de capitão.

      Karagounis tem 1,76 m e veste o mítico número 10 pela selecção. É o segundo atleta mais internacional de sempre pela Grécia, com 115 internacionalizações e está a 6 de tornar-se o atleta mais internacional de sempre dos gregos. Como a Grécia ainda fará dois jogos amigáveis antes do início do EURO, caso Karagounis jogue sempre, poderá atingir essa marca histórica caso a selecção helénica chegue aos quartos-de-final da competição. Nos 115 jogos com a camisola da selecção, apontou 8 golos.
      

   
               
         
         
         Theofanis Gekas é, actualmente, o maior goleador da selecção grega de futebol. O avançado tem 31 anos (completa 32 ainda antes do início do EURO) e joga actualmente no campeonato turco de futebol, no Samsunspor, apesar de se ter destacado no futebol alemão, a liga onde mostrou ao mundo os seus dotes de goleador, no Bayer Leverkusen, Bochum e Frankfurt.

         Apesar de não ser um avançado muito alto (tem apenas 1,79 m) é um jogador com grande mobilidade e é o quinto melhor de sempre da selecção grega, tendo a estatística do seu lado, pois está a apenas 8 golos de tornar-se o melhor de sempre e tem menos internacionalizações do que todos aqueles que seguem à sua frente. Tem um total de 21 golos em 56 jogos ao serviço da selecção grega.

         Na fase de qualificação nem sempre assumiu a titularidade na equipa de Fernando Santos, mas nos momentos de decisão é natural que o técnico acabe por apostar nos homens que lhe dão mais confiança e que apresentam melhores números. E apesar da concorrência de Samaras e Salpingidis, Theofanis Gekas leva vantagem, pelo menos nos números apresentados.
         

SELECCIONADOR

   
         
         
         Fernando Santos é o actual seleccionador da Grécia, tendo tomado o lugar como líder da equipa helénica depois da saída de Otto Rehhagel, que tinha liderado a seleccção entre 2002 e o Mundial de 2010. A fasquia estava colocada num patamar alto para o técnico português, que veio ocupar o lugar de um técnico que conseguiu levar a Grécia ao título europeu. É verdade que desde 2004, a Grécia não mais conseguiu grandes feitos, mas esta geração tornou-se habitual presença nas fases finais, algo que não acontecia até aqui.

         Fernando Santos  tem 57 anos e como e é ex-jogador de futebol, nunca tendo atingido um patamar muito alto... Em 15 anos, vestiu a camisola do Benfica nas camadas jovens, tendo depois passado pelo Estoril Praia a maior parte da sua carreira, com curtas passagens pelo Marítimo.

         Em 1987, assim que abandonou a carreira de jogador de futebol, tornou-se treinador do seu clube de “sempre”, o Estoril Praia, clube que treinou durante sete épocas, tendo conseguido o feito de trazer o Estoril da 2ª divisão B até ao escalão mais alto do futebol português. Foi então que deu o salto para o Estrela da Amadora, em 1994, onde ficou durante quatro épocas. E é aqui que a carreira de treinador de Fernando Santos começa a subir de forma meteórica. Em 1998 muda-se para o FC Porto, onde ganha a Supertaça e o campeonato no ano de estreia, o que lhe vale a alcunha de “Engenheiro do Penta”. No ano seguinte, apesar de ter ganho Supertaça e Taça de Portugal, falhou o campeonato. Em 2001 viaja pela primeira vez até à Grécia, naquele que foi o princípio de um sonho. Treinou o AEK, clube mediano, e por muito pouco não levou a equipa de Atenas ao título, perdendo por diferença de golos. Isso valeu-lhe o salto para o Panathinaikos na época seguinte, mas o apelo do Sporting fê-lo voltar a Portugal, mas apenas por uma época.

         No AEK de Atenas deixou uma história de amor inacabada e por isso acabou por voltar, em 2004. Novamente com uma equipa mediana, conseguiu acabar o campeonato em 3º lugar e ainda chegou às meias-finais da Taça, conquistando definitivamente a admiração dos gregos.

         Apenas deixou a Grécia para vir treinar o seu clube do coração, o Benfica. Acabou por não atingir o objectivo de ser campeão e apesar de só ter ficado a 2pontos do líder, não conseguiu ir além do 3º lugar. A sua saída do Benfica no início da época seguinte ainda hoje não foi bem explicada e o destino seguinte era fácil de prever. Na Grécia há sempre mercado para Fernando Santos. O PAOK de Salónica contratou o técnico português, que definiu o plano de sucesso a três anos e conseguiu cumpri-lo ao levar a equipa ao 2º lugar da liga grega na terceira época, garantindo um lugar na Liga dos Campeões.

         Foi no início da época seguinte, no verão de 2010, após uma fraca prestação da Grécia no Mundial, que Fernando Santos chegou ao comando da selecção. Pouco antes disso, em Fevereiro de 2010, tinha sido premiado como o melhor treinador da década na Grécia, um prémio que atesta bem da popularidade de Fernando Santos naquele país.

         Na qualificação para o EURO2012, Fernando Santos confirmou os seus pregaminhos como técnico, tendo feito com que a Grécia se apurasse, sem derrotas. Foram 7 vitórias e 3 empates nos dez jogos da qualificação. Desde que tomou posse do comando da equipa nacional grega, Fernando Santos perdeu apenas um em 19 jogos e a derrota foi num jogo amigável frente à Roménia, o que faz com que a popularidade do português continue em alta junto dos adeptos.

         No início de Abril, devido à fantástica campanha da Grécia nos últimos 2 anos, Fernando Santos foi convidado a renovar contrato com a Federação Grega de Futebol até 2014, convite que aceitou de pronto.
         

PERSPECTIVAS

O grupo A é o chamado grupo dos “patinhos feios” do EURO 2012 e é lá que se enquadra a selecção grega. Sendo um grupo sem nenhum grande nome do futebol europeu, todas as equipas que fazem parte deste grupo acabam por ter esperanças de chegar à fase seguinte.

Os gregos ainda não assumiram publicamente nenhum tipo de objectivo, mas é crível que o seu principal desejo passe por vencerem o jogo de abertura, frente à selecção da casa, a Polónia, para ficarem em boa posição de seguir em frente. Aliás, participar no jogo de abertura traz boas memórias aos gregos. No EURO 2004 também abriram o torneio, contra Portugal, e acabaram vencedores.

Por certo que, uma vez mais, ninguém colocará a Grécia como hipótese para vencer este EURO da Ucrânia/Polónia, mas acredito que possam discutir uma vaga nos quartos-de-final. Num grupo em que a Rússia parece ser a selecção mais poderosa, a Grécia deverá discutir a outra vaga nos quartos-de-final frente a uma República Checa, que tem vindo a decair no panorama futebolístico europeu. Se atingirem os quartos-de-final, creio que já se poderá considerar um Europeu bem conseguido.

       
EQUIPAMENTOS

    

CALENDÁRIO E LOCAL DAS PROVAS

   08 de Junho às 17h00     Polónia v Grécia                     Estádio Nacional, Varsóvia
   12 de Junho às 17h00     Grécia v Republica Checa       Estádio Miejski, Wroclaw
   16 de Junho às 19h45     Grécia v Rússia                      Estádio Nacional, Varsóvia

VÍDEO



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Apresentação Elaborada por: CMR
« Última modificação: 02 de Junho de 2012, 23:42 por miguelyn »
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Re: [EURO 2012] Grupo A
« Responder #2 em: 24 de Abril de 2012, 17:25 »

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EURO 2012

RÚSSIA



INTRODUÇÃO

A Rússia situa-se no nordeste da Europa, sendo que também ocupa uma vasta área do continente asiático. Desportivamente, é um país que tem vindo a crescer, globalmente. Sendo um país muito frio, os desportos de eleição obrigatoriamente envolvem gelo, no entanto, têm conseguido equilibrar a tendência desta vocação para os desportos de Inverno. Um bom exemplo é o 3ºlugar arrecadado nos Jogos Olímpicos de 2004 (classificação por países), contando com atletas altamente cotados nas respectivas modalidades, como o corredor Yuriy Borzakovskiy (campeão olímpico dos 800 metros) e da saltadora de vara Yelena Isinbayeva (recordista mundial por várias vezes do salto com vara). Curiosamente, num desporto como o ténis, que é maioritariamente disputado ao ar livre e com calor, a Rússia tem vindo a formar excelentes tenistas, quer masculinos, como o Kafelnikov e o Safin, quer femininos, onde domina o circuito, como a Dementieva, a Kuznetsova, a Kournikova e a atleta feminina mais bem paga do Mundo, a Sharapova.

Falando do que realmente é importante, o futebol nacional tem também registado uma boa evolução: as quatro equipas de Moscovo (Spartak, CSKA, Dínamo e Lokomotiv) e a equipa de São Petersburgo (Zenit), conseguiram alcançar alguns bons resultados recentemente, tais como as conquistas da Taça UEFA em 2005 (em Alvalade e frente ao Sporting) e em 2008 e da Supertaça Europeia, também em 2008.

Historicamente, é conhecido o sucesso da URSS nos mais variados desportos, mas a selecção russa que conhecemos hoje em dia, apenas surgiu em 1992 depois da dissolução da selecção da CEI (Comunidade dos Estados Independentes), sendo que a primeira competição disputada por esta selecção foi o Mundial de 1994, com a respectiva qualificação. Talvez por isso não estejamos acostumados a ver a selecção russa na ribalta europeia e mundial, mas têm vivenciado uma excelente evolução no que toca ao futebol internacional. Não é por acaso que foram os escolhidos para organizar o Mundial em 2018.

A Federação de Futebol da Rússia dá-se pelo nome de Росси́йский футбо́льный сою́з e tem revelado um notável crescimento no que respeita aos resultados obtidos nas competições da UEFA e da FIFA. Começando pelos Mundiais organizados pela FIFA, garantiram a qualificação directa na fase de qualificação através de boas prestações nas fases de grupos em 1994 e em 2002. No entanto, em 1998 e em 2010, perderam a oportunidade de ir ao Mundial ao serem derrotados pelas selecções da Itália e da Eslovénia, respectivamente. Quanto às prestações nos Europeus organizados pela UEFA, os resultados foram claramente superiores: apenas falharam o de 2000, sendo que em 1996 e em 2004 ficaram-se pela ronda inicial. Note-se que apesar da “má” prestação no Europeu realizado em Portugal em 2004, foram a única selecção a derrotar a vencedora da prova, a Grécia, ainda na fase de grupos. Em 2008 conseguiram surpreender: alcançaram as meias-finais depois de derrotarem a Holanda (selecção que 2 anos depois alcançariam a final do Mundial) e apenas perderam para os vencedores da prova, a Espanha.

Esta última prestação numa prova de grande calibre serviu para “mandar” para a ribalta alguns jogadores russos que, apesar da enorme qualidade, continuavam ainda algo “desconhecidos”. É de facto uma selecção com grande poderio em todas as partes do campo, contando com um guarda-redes de excelência, como é o caso do Igor Akinfeev; com uma defesa coesa e imponente, aliada a alas capazes de defender e atacar; com um meio campo composto por jogadores das mais variadas características, desde extremos puros (Diniyar Bilyaletdinov), a promessas criativas (Alan Dzagoev), sem esquecer a grande experiência de jogadores como o Shirokov e com um poderosíssimo ataque, composto por jogadores do mais alto calibre, como Arshavin (a estrela da equipa), Kerzakhov e Pavlyuchenko.

Esta selecção é liderada pelo holandês Dick Advocaat, um treinador de renome mundial, que conta com uma grande experiência a liderar selecções, tendo alcançado boas prestações com os EUA no Mundial de 1994 atingindo os quartos-de-final e ficando-se pela fase de grupos com a Coreia do Sul no Mundial de 2006. Ao serviço do Zenit, foi o herói ao conseguir eliminar o Bayern de Munique e vencer a Taça UEFA de 2008. O capitão é o médio do Zenit, Sergey Semak, apesar de não ter sido convocado para a maioria dos encontros da fase de qualificação.

PALMARÉS

1 vez semi-finalista
3 presenças

TRAJECTO NA QUALIFICAÇÃO

A Rússia teve uma fase de qualificação calma onde foram, previsivelmente, os vencedores do grupo. Discutiram-no com as selecções da Irlanda, da Arménia, da Eslováquia, da Macedónia e da Andorra. Apenas registaram uma derrota, frente à Eslováquia e em casa, tendo perdido por 1-0. De resto registaram dois empates, um com a Arménia e outro com a Irlanda, tendo sido a segunda selecção com melhor registo defensivo de toda a fase de qualificação. A classificação final do grupo acabou deste modo:


CONVOCADOS

Esta é a minha previsão dos convocados, não sendo oficial. Será actualizada a 9 de Maio quando se souber os convocados oficiais.

- Igor Akinfeev
- Guarda-redes
- 50 internacionalizações
- 0 golos marcados
- CSKA Moscovo
- Vyacheslav Malafeev
- Guarda-redes
- 23 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Zenit
- Anton Shunin
- Guarda-redes
- 2 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Dínamo de Moscovo
- Vasili Berezutskiy
- Defesa
- 61 internacionalizações
- 2 golos marcados
- CSKA Moscovo

- Aleksandr Anyukov
- Defesa
- 63 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Zenit
- Sergei Ignashevich
- Defesa
- 72 internacionalizações
- 5 golos marcados
- CSKA Moscovo
- Roman Shiskin
- Defesa
- 8 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Lokomotiv Moscovo
- Aleksei Berezutskiy
- Defesa
- 45 internacionalizações
- 0 golos marcados
- CSKA Moscovo

- Yuri Zhirkov
- Defesa
- 49 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Anzhi
- Igor Denisov
- Médio
- 23 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Zenit
- Konstantin Zyryanov
- Médio
- 47 internacionalizações
- 7 golos marcados
- Zenit
- Roman Shirokov
- Médio
- 19 internacionalizações
- 4 golos marcados
- Zenit

- Alan Dzagoev
- Médio
- 18 internacionalizações
- 4 golos marcados
- CSKA Moscovo
- Aleksandr Samedov
- Médio
- 2 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Dínamo Moscovo
- Igor Semshov
- Médio
- 56 internacionalizações
- 3 golos marcados
- Dínamo Moscovo
- Denis Glushakov
- Médio
- 8 internacionalizações
- 1 golos marcados
- Lokomotiv Moscovo

- Diniyar Bilyaletdinov
- Médio
- 46 internacionalizações
- 6 golos marcados
- Spartak Moscovo
- Dmitri Kombarov
- Médio
- 1 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Spartak Moscovo
- Roman Pavlyuchenko
- Avançado
- 45 internacionalizações
- 20 golos marcados
- Lokomotiv Moscovo
- Andrei Arshavin
- Avançado
- 68 internacionalizações
- 17 golos marcados
- Zenit

- Pavel Pogrebnyak
- Avançado
- 31 internacionalizações
- 8 golos marcados
- Fulham
- Aleksandr Kerzhakov
- Avançado
- 58 internacionalizações
- 17 golos marcados
- Zenit
- Aleksrandr Kokorin
- Avançado
- 2 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Dínamo Moscovo


PRINCIPAIS ATLETAS
       
Andrei Arshavin é um dos melhores jogadores do Mundo. Foi ao serviço da seleção que conseguiu mostrar-se às equipas extra-russas, sendo que o Arsenal foi a equipa que venceu essa disputa que houve por si. Conhecido como o menino do poker em Anfield, é um médio ofensivo temível, que poderá fazer o inesperado em qualquer momento.

Estreou-se na seleção russa em Maio de 2002 e espera-se que seja a ligação da defesa com o ataque desta seleção. É visto pelos russos como a estrela da equipa, sendo o jogador no qual depositam maior confiança.

Arshavin mede 1 metro e 72 centímetros e pesa 69 Kg, envergando o número 10 pela selecção. Já disputou 21 jogos com a camisola da equipa principal da Rússia, marcando 2 golos.
       
Aleksandr Kerzhakov é um dos jogadores mais poderosos desta equipa russa. É um ponta-de-lança matador, poderoso e rápido, o que faz dele um perigo eminente para as defesas contrárias. É um jogador que mantém uma média de quase meio golo por jogo ao longo da sua carreira, pelo que é improvável que o vejamos a ficar em branco em jogos consecutivos.

Joga na selecção principal russa desde Março de 2002 e nos 58 jogos que fez conseguiu marcar 17 golos. Infelizmente a Rússia não se qualificou para o Mundial de 2010 perdendo no playoff, num jogo em que Kerzhakov foi expulso por agressão ao guarda redes contrário. Apesar disso, é um talento imprescindível.
 

SELECCIONADOR

     Dick Advocaat é o atual seleccionador da Rússia. É ex-jogador de futebol e teve uma carreira notável, tendo representado alguns dos grandes clubes holandeses, como o Den Haag, o Roda, o VVV e o Sparta de Roterdão. Era um jogador equilibrador, do meio campo.

Começou como treinador principal em 1987 no Haarlem. Já tinha sido selecionador adjunto da Holanda de 1984 a 1987, tendo voltado a ser entre 1990 e 1992. Já alcançou grandes feitos nas diversas equipas que controlou, assim como grandes resultados ao serviço de seleções modestas. Liderou o PSV, o Rangers, o Zenit, o AZ, os Emiratos, a Holanda, a Coreia do Sul e a Bélgica.

Foi escolhido para seleccionador da equipa nacional da Rússia em 2010. Conseguiu uma qualificação tranquila para este Europeu, vencendo o grupo facilmente.

PERSPECTIVAS

A Rússia foi a principal surpresa do último Europeu em 2008. Este ano espero mais do mesmo. Penso que terão boas possibilidades de alcançar o feito da última participação, uma vez que ficaram no grupo de um dos organizadores, talvez o mais fácil, a Polónia. Na minha opinião têm equipa para vencer este grupo.
A Rússia, como devem ter visto, é maioritariamente, se não for totalmente, composta por jogadores que representam clubes nacionais. Selecções com esta semelhante característica são, por exemplo, a da Espanha e a da Itália. Têm jogadores muito fortes, tanto mentalmente como fisicamente, desde o guarda redes ao ponta de lança.
Não são uma equipa desnivelada, pelo que frente à Polónia, Grécia e República Checa espero 3 vitórias, no entanto a tarefa complicar-se-á frente à seleção que lhes sair nos quartos-de-final, uma vez que defrontam uma proveniente do grupo da morte, o de Portugal.
       
EQUIPAMENTOS


CALENDÁRIO E LOCAL DAS PROVAS

08 de Junho às 19h45      Rússia  vs  República Checa     Stadion Miejski, Wroclaw
12 de Junho às 19h45     Polónia vs Rússia       Stadion Narodowy, Warszawa
16 de Junho às 19h45     Grécia vs Rússia         Stadion Narodowy, Warszawa

VÍDEO



LINKS





Apresentação elaborada por: Stifmeister
« Última modificação: 27 de Maio de 2012, 22:21 por miguelyn »
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miguelyn

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em: 24 de Abril de 2012, 17:26


EURO 2012

República Checa


INTRODUÇÃO

Esta jovem nação da Europa Central tem apenas 19 anos de história desde que se desmembrou da antiga Checoslováquia, república que constituía juntamente com a Eslováquia.
No panorama futebolístico, a República Checa está colocada no 26º lugar do Ranking FIFA e é uma das poucas nações que se pode gabar de ter participado em todas as edições do campeonato da Europa de futebol, desde que se formou em 93. Não possui qualquer título, mas no Euro 96 a República Checa conseguiu ser vice-campeã da Europa (derrota frente à Alemanha por 2-1, no estádio de Wembley) e logo na primeira competição internacional de alto gabarito em que participaram como nação independente. Desde então, não fizeram nada de relevante, a não ser uma presença na meia-final do Euro 2004.
Apesar disto, a região da República Checa tem uma grande tradição no futebol europeu, pois nos tempos da antiga Checoslováquia esta era uma das principais potências europeias no mundo do futebol. Esta antiga nação soviética logrou 2 vice-campeonatos mundiais (1936, 1962), uma medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio em 1964, uma medalha de ouro nas Olimpíadas de 1980 em Moscovo, 2 terceiros lugares no campeonato europeu de seleções (1960, 1980) e o momento alto do futebol checoslovaco foi a conquista do campeonato da Europa de 1976, partida que foi decidida na marcação das grandes penalidades frente à Alemanha e celebrizou Antonín Panenka e o seu icónico penalty decisivo que deu o único título internacional ao futebol checoslovaco.
Actualmente, a selecção da República Checa é uma equipa reconstruída e com muitos nomes a emergir no futebol checo que terão a difícil tarefa de fazer esquecer as recentes glórias de Pavel Nedvěd, Jan Koller e Karel Poborský. As tropas comandadas por Michal Bílek estão inseridas no grupo A, juntamente com os anfitriões Polónia, Grécia e Rússia.

PALMARÉS

1 vez campeão (como Checoslováquia)
1 vez finalista derrotado
5 vezes semi-finalista (3 como Checoslováquia)
8 presenças (1960, 1976, 1980 - Checoslováquia; 1996, 2000, 2004, 2008, 2012)

TRAJECTO NA QUALIFICAÇÃO

A equipa checa foi sorteada no Grupo I, grupo que continha os todo-poderosos campeões do Mundo e da Europa, a Espanha. Esperava-se que fosse a Espanha a equipa a conseguir a qualificação directa, lutando os checos, os escoceses e os lituanos por um lugar no playoff, já que a pequena nação do Liechtenstein era um mero outsider. E de facto, foi isso que aconteceu, a Espanha ganhou todos os seus jogos e a luta pelo playoff de acesso foi entre a República Checa e a Escócia.
Foi a selecção checa a conquistar esse lugar no playoff e apesar da ambas as nações terem feito uma campanha semelhante, foram os confrontos directos entre ambas as equipas que decidiram qual das duas mereceria o playoff.





No playoff, a República Checa teve como adversária outra jovem nação, o Montenegro. Os checos provaram a sua superioridade ao vencer as duas partidas, não sofrendo qualquer golo, garantindo com muito mérito o seu bilhete para o Europeu da Ucrânia e da Polónia.[/i]



CONVOCADOS

- Petr Čech
- Guarda-Redes
- 88 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- Chelsea (ENG)
- Jaroslav Drobný
- Guarda-Redes
- 3 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- Hamburger SV (GER)
- Jan Laštůvka
- Guarda-Redes
- 1 Internacionalização
- 0 golos marcados
- Dnipro (UKR)
- Theodor Gebre Selassie
- Lateral Direito
- 7 internacionalizações
- 0 golos marcados
- FC Slovan Liberec

- Roman Hubník
- Defesa Central
- 17 Internacionalizações
- 2 golos marcados
- Hertha Berlin (GER)
- Tomáš Sivok
- Defesa Central
- 32 Internacionalizações
- 5 golos marcados
- Besiktas (TUR)
- Marek Suchý
- Defesa Central
- 3 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- Spartak Mosckva (RUS)
- František Rajtoral
- Lateral Direito
- 1 Internacionalização
- 0 golos marcados
- Viktoria Plzeň

- Michal Kadlec
- Lateral Esquerdo
- 30 Internacionalizações
- 7 golos marcados
- Bayer Leverkusen (GER)
- David Limberský
- Lateral Esquerdo
- 7 internacionalizações
- 0 golos marcados
- Viktoria Plzeň
- Tomáš Hübschman
- Médio Defensivo / Defesa Central
- 22 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- Shakhtar Donetsk (UKR)
- Petr Jiráček
- Médio Centro
- 5 Internacionalizações
- 1 golo marcado
- VfL Wolfsburg (GER)

- Vladimir Darida
- Médio Centro
- 0 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- Viktoria Plzeň
- Daniel Kolář
- Médio Centro
- 9 Internacionalizações
- 1 golo marcado
- Viktoria Plzeň
- Tomáš Rosický
- Médio Ofensivo
- 85 Internacionalizações
- 20 golos marcados
- Arsenal (ENG)
- Jaroslav Plašil
- Médio Ofensivo / Extremo Esquerdo
- 70 Internacionalizações
- 6 golos marcados
- Bordeux (FRA)

- Václav Pilař
- Extremo
- 7 Internacionalizações
- 1 golo marcado
- Viktoria Plzeň
- David Lafata
- Avançado
- 17 Internacionalizações
- 3 golos marcado
- FK Jablonec
- Milan Petržela
- Extemo
- 9 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- Viktoria Plzeň
- Jan Rezek
- Avançado / Extremo
- 12 Internacionalizações
- 3 golos marcados
- Anorthosis Famagusta (CYP)

- Tomáš Pekhart
- Avançado
- 9 Internacionalizações
- 0 golos marcados
- FC Nuremberg (GER)
- Tomáš Necid
- Avançado
- 25 Internacionalizações:
- 7 golos marcados
- CSKA Mosckva (RUS)
- Milan Baroš
- Avançado
- 87 Internacionalizações
- 40 golos marcados
- Galatasaray (TUR)

PRINCIPAIS ATLETAS

Petr Čech


Este guarda-redes, nascido em Plzen, representa o Chelsea e é para muitos um dos melhores guarda-redes do mundo.
Nem mesmo o violento traumatismo na cabeça que sofreu numa partida da Premier League há alguns anos atrás o impediu de continuar a fazer mais defesas fantásticas e de salvar por diversas vezes o clube que representa. A proteção que usa na cabeça é já uma imagem de marca desta muralha checa que é dotada de enorme elasticidade.
A baliza da República Checa não poderia estar melhor entregue, pois Čech é sinónimo de segurança e de muito poucos golos sofridos, qualidades que lhe valem o estatuto de um dos mais importantes e populares jogadores da República Checa e seguramente, o de melhor guarda-redes checo de sempre.


Tomáš Rosický


Conhecido como o "Pequeno Mozart", Rosický é um jogador com pés de veludo, um organizador de jogo e seguramente todas as manobras ofensivas da República Checa passarão pelos seus pés.
O seu toque de bola e a sua qualidade de passe destacaram-se nos 3 clubes que representou, o Sparta de Praga, o Borussia de Dortmund e de há alguns anos para cá, o Arsenal. O centrocampista é sem qualquer dúvida o jogador mais dotado tecnicamente desta selecção da República Checa e é também o capitão e a principal figura da equipa, pelo que as aspirações da seleção da República Checa neste Euro 2012 dependerão muito da sua inspiração.


Milan Baroš


Com a retirada do gigante Jan Koller, o ataque da equipa checa ficou entregue a Milan Baroš. Este goleador checo tem já o título de melhor marcador de uma fase final de um Europeu, prémio conquistado devido aos 5 golos marcados no Euro 2004. Destacou-se no Liverpool, mas a irregularidade das suas exibições ditou a sua saída para o Aston Villa e desde aí não se conseguiu fixar num clube (Aston Villa, Lyon e Portsmouth) até chegar a Istambul, onde representa e é uma das maiores figuras do Galatasaray.
Milan Baroš foi um futebolista que prometeu muito e nunca se conseguiu afirmar como um dos avançados de topo da Europa, mas a verdade é que na seleção checa ele nunca tem desiludido e sempre foi uma das peças essenciais do esquema da selecção, já que é normalmente o goleador de serviço.


SELECIONADOR


Michal Bílek é o actual seleccionador da República Checa e possui cerca de 10 anos de experiência como treinador, período em que treinou diversas equipas checas, nomeadamente o Sparta de Praga e também a seleção sub-19 da República Checa.
Este ex-jogador internacional comanda a equipa desde 2009, mas esta é a primeira vez que se vai sentar num banco de uma grande competição internacional, já que a República Checa não se conseguiu classificar para o Mundial de 2010.
Com a retirada de Jan Koller, o selecionador checo decidiu atribuir a frente de ataque apenas a um jogador, já que com o gigante checo a equipa jogava com outro avançado a apoiá-lo (geralmente, Milan Baros).
A seleção jogará com um sistema não muito diferente do apresentado na imagem em baixo, persistindo a dúvida se de início jogará Milan Baros ou o avançado do Nuremberga, Pekhart, que tem sido aposta regular de Bilek
.


PERSPETIVAS

A República Checa tem sido presença assídua nos Europeus de Futebol, mas a verdade é que desde que Nedved, Koller, e Ujfalusi abandonaram o futebol internacional, esta actual equipa checa é mais modesta que a sua antecessora. A equipa é agora composta por um misto de jogadores talentosos e experientes como Cech, Baros, Rosicky e Plasil e alguns jogadores que jogam no campeonato checo ou em equipas modestas por essa Europa fora.
A verdade é que esta equipa da República Checa não é a mesma que surpreendia por essa Europa fora, no entanto, está inserida num grupo modesto (mas muito equilibrado) e pode perfeitamente sonhar com qualificação para os quartos-de-final. Sendo a Rússia a detentora do estatuto de equipa favorita a vencer o Grupo A (apesar de não serem extraordinários e muito menos imbatíveis) a República Checa lutará com a seleção da casa, a Polónia, e os ex-campeões da Europa, a Grécia, pelo restante lugar que dará a qualificação para a fase seguinte.
Para que tal aconteça, é necessário que Rosický esteja na sua melhor forma física e mental, ele que é, de longe, o jogador mais dotado tecnicamente desta seleção checa e que ainda por cima tem a função de coordenar a manobra ofensiva da sua equipa, apesar de apresentar alguma intermitência exibicional.
Assim sendo, com um Rosický em forma e um Cech seguro e confiante, a República Checa poderá claramente aspirar chegar aos quartos-de-final, no entanto, não creio que consiga passar dessa fase, já que caso isso aconteça jogará contra uma das equipas do "grupo da morte": Alemanha, Holanda, Portugal ou Dinamarca... e aí, a música concerteza será outra...
       
EQUIPAMENTOS


CALENDÁRIO E LOCAL DAS PROVAS



VÍDEO



LINKS

- http://nv.fotbal.cz/shp.php
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Sele%C3%A7%C3%A3o_Tcheca_de_Futebol
- http://pt.uefa.com/teamsandplayers/teams/teama/team=58837/profile/index.html
- http://pt.uefa.com/uefaeuro/season=2012/teams/team=58837/index.html

Euro 2012 - página oficial






Apresentação Elaborada por: fdacmen
« Última modificação: 29 de Maio de 2012, 18:16 por miguelyn »
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em: 02 de Junho de 2012, 13:36
Estão todos de parabéns pelos posts (não sei quem fez cada um, mas estão todos de parabéns)

Queria só acrescentar que a convocatória da Rússia está desactualizada, falta o Izmailov.
aka JmasTerOfDDc



miguelyn

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em: 02 de Junho de 2012, 15:18
Estão todos de parabéns pelos posts (não sei quem fez cada um, mas estão todos de parabéns)

Queria só acrescentar que a convocatória da Rússia está desactualizada, falta o Izmailov.

No final de cada apresentação tens o autor de cada uma ;)
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Marco.Costa

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em: 04 de Junho de 2012, 19:25
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Re: [EURO 2012] Grupo A
« Responder #7 em: 04 de Junho de 2012, 19:25 »


 


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