Autor Tópico: O que fizeste tu hoje pelos mais necessitados?  (Lida 27055 vezes)

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Dunadan

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em: 24 de Setembro de 2009, 02:57


Há já campanhas marcadas para o Lidl de Albufeira, a 4, 5 e 6 de Setembro, e no Jumbo de Matosinhos, a 3 e 4 Outubro.

Nestas campanhas, os consumidores podem doar ração seca ou húmida para cães e gatos, assim como outros acessórios como mantas, produtos de limpeza, brinquedos, areia de sanitário para gatos, entre outros.

Se não existir nenhuma campanha perto de si, ao consultar a lista de voluntários fica a saber qual o ponto de recolha mais próximo. Pode ainda juntar-se à Ajuda Alimentar Animal como voluntário, ponto de recolha, parceiro ou benfeitor.

Saiba mais em http://ajudaalimentaranimal.blogspot.com/.


Fonte: SOL
« Última modificação: 01 de Outubro de 2009, 14:21 por Dunadan »



mara

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em: 27 de Setembro de 2009, 11:05
Votei CDU a pensar nas reformas miseráveis.  :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.



Dunadan

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em: 01 de Outubro de 2009, 14:21
Banco de roupa de bebé ajuda crianças carenciadas

A 8.ª edição da Campanha Partilhar Carinho arranca a 16 de Outubro e tem como objectivo a recolha de roupa para entregar a crianças carenciadas. As peças recolhidas serão doadas a 28 associações
 

A campanha decorre a nível nacional em 32 lojas infantis Petit Patapon onde, até 4 de Novembro, todas as pessoas se podem dirigir e entregar roupa que, posteriormente, será distribuída pelas 28 associações envolvidas.

Uma das associações escolhidas é o Banco do Bebé - Associação de Apoio ao Recém-Nascido, associação criada em 1996 por voluntárias da Maternidade Alfredo da Costa, que visa ajudar mães e famílias carenciadas, através da oferta de enxovais, produtos de higiene, leite, fraldas, roupa, medicamentos, entre outros.

Mais informações em www.bancodobebe.org


Fonte: SOL



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Re: O que fizeste tu hoje pelos mais necessitados?
« Responder #32 em: 01 de Outubro de 2009, 14:21 »

miguelyn

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em: 01 de Outubro de 2009, 17:32
:P

Oba :salta:
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Dunadan

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em: 09 de Outubro de 2009, 00:09
Cáritas vai dar vales de refeição para quem tem vergonha de pedir ajuda

A Cáritas Portuguesa irá iniciar a distribuição de vales de refeição com o objectivo de combater o fenómeno da pobreza envergonhada, avança o Público
 

Através de um protocolo com a Ticket Restaurant, a Cáritas irá facultar talões de refeição com valores de cinco, dez ou 15 euros, para pessoas que vivem situações de privação e que não conseguem pedir ajuda a instituições de solidariedade, escreve o jornal.

«Já estão a aparecer pessoas sem subsídio de desemprego» e «é de prever que a situação se agrave no próximo ano», afirmou ao Público Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas.

Os vales serão distribuídos pelas Cáritas diocesanas e permitirão que as pessoas possam ir a qualquer supermercado abastecer-se de bens essenciais. Assim evitarão deslocar-se a uma instituição de apoio, vendo a sua situação exposta publicamente.

Para chegar a essas pessoas, o presidente da Cáritas diz que é essencial o contributo de outros (familiares, vizinhos, amigos) e de elementos das próprias instituições de solidariedade social, escreve o Público.

«O desafio é ir ao encontro dessas pessoas, não esperando que elas venham pedir ajuda, respeitando a sua vontade, a discrição necessária, as redes familiares e as redes de vizinhos», diz Eugénio Fonseca.

SOL



Roberto Silva

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em: 10 de Outubro de 2009, 01:01
Cáritas vai dar vales de refeição para quem tem vergonha de pedir ajuda

A Cáritas Portuguesa irá iniciar a distribuição de vales de refeição com o objectivo de combater o fenómeno da pobreza envergonhada, avança o Público
 

Através de um protocolo com a Ticket Restaurant, a Cáritas irá facultar talões de refeição com valores de cinco, dez ou 15 euros, para pessoas que vivem situações de privação e que não conseguem pedir ajuda a instituições de solidariedade, escreve o jornal.

«Já estão a aparecer pessoas sem subsídio de desemprego» e «é de prever que a situação se agrave no próximo ano», afirmou ao Público Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas.

Os vales serão distribuídos pelas Cáritas diocesanas e permitirão que as pessoas possam ir a qualquer supermercado abastecer-se de bens essenciais. Assim evitarão deslocar-se a uma instituição de apoio, vendo a sua situação exposta publicamente.

Para chegar a essas pessoas, o presidente da Cáritas diz que é essencial o contributo de outros (familiares, vizinhos, amigos) e de elementos das próprias instituições de solidariedade social, escreve o Público.

«O desafio é ir ao encontro dessas pessoas, não esperando que elas venham pedir ajuda, respeitando a sua vontade, a discrição necessária, as redes familiares e as redes de vizinhos», diz Eugénio Fonseca.

SOL

Excelente iniciativa.  :venia:  Que haja mais novos incentivos e iniciativas inovadoras, para um Mundo melhor.  :)


Uncle.  :cool:



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em: 10 de Outubro de 2009, 23:20
Eu gosto de ajudar os outros, é uma coisa muito boa, e quando ajudo os outros ajudo-me a mim mesmo, pois ajudar os outros faz-me sentir melhor.

No entanto, não gosto de doar o meu dinheiro a instituições, pois gosto de ter a certeza que o meu dinheiro foi exactamente para aquilo que eu dei, para ajudar os mais necessitados. E quando faço uma doação a uma instituição não tenho essa certeza, talvez estou a ser injusto, mas pelo menos estou a ser sincero.
Mas não é só por isso, quando doamos dinheiro a essas instituições estamos a ajudar pessoas, sim, de facto estamos, mas não temos contacto com essas pessoas, não sabemos quem estamos a ajudar, nem como. Basta-nos chegar ao balcão de um banco e fazer um depósito na conta x, não temos a verdadeira sensação de estarmos a ajudar pessoas, é muito diferente de estar em contacto com elas e ajudá-las "mesmo".

Ah, e já agora, gosto muito daquela frase:
"Se deres um peixe a um homem faminto, vais alimentá-lo por um dia. Se o ensinares a pescar, vais alimentá-lo toda a vida."
"Muitos dizem que sou apenas mais um a tentar; que vou acabar como tantos outros; que sonho em demasia. O que os sonhos têm de belo não é o destino, mas a viagem.
Sou apenas mais um a acreditar."



Dunadan

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em: 13 de Outubro de 2009, 14:59
Repouso solidário
http://imagensdemarca.sapo.pt/marcasdodia/detalhes.php?id=2892
13 / 10 / 09

Pelo segundo ano consecutivo o “colchão solidário” da Pikolin apelou á responsabilidade social dos consumidores e entre os meses de Junho e Agosto reuniu 12 mil euros, revertidos para o Movimento Vencer e Viver, do Núcleo Regional do Sul, da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

A doação foi conseguida através da venda de colchões Normablock da marca e através dos cibernautas que contribuíram através de um clique no banner da página oficial da empresa, que registou um aumento de visitas, face ao ano passado, de 32%.

A cara da campanha foi a apresentadora de televisão Sónia Araújo. HH



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Re: O que fizeste tu hoje pelos mais necessitados?
« Responder #37 em: 13 de Outubro de 2009, 14:59 »

Dunadan

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em: 14 de Outubro de 2009, 01:07
Campanha angaria 16 mil euros para ajudar jovem com «glaucoma galopante»

A corrente de solidariedade em torno do aluno da Escola Secundária Alves Martins, de Viseu, que sofre de «glaucoma galopante» traduziu-se já na angariação de 16 mil euros, dos 20 mil que necessita para ser operado em Barcelona
 

Joana Couto de Sousa, presidente da associação de pais da escola que ajudou os alunos de uma turma do 11.º ano a promoverem a campanha de solidariedade, disse que Fernando, o jovem de 17 anos que sofre de «glaucoma galopante» e a mãe partiram (...) para Barcelona, levando os 16 mil euros depositados durante um mês numa conta aberta propositadamente.

«Esta é a face boa desta história triste. Nunca pensámos que a corrente de solidariedade chegasse a este ponto, com donativos desde Faro ao Minho, e tivesse tanto envolvimento emocional das pessoas», frisou.

A conta (0036 0102 991000 3149 544, do Montepio) vai manter-se aberta, «porque existem donativos que ainda vão ser feitos» e para depositar o montante conseguido num concerto de solidariedade marcado para quarta-feira à noite, na Praça 2 de Maio, em Viseu.

Artistas de Viseu e de Castelo Branco juntaram-se à corrente de solidariedade num concerto gratuito, podendo as pessoas depositar os seus donativos em urnas colocadas na Praça 2 de Maio.

«Só para a cirurgia são necessários 20 mil euros, fora as restantes despesas», recordou Joana Couto de Sousa, contando que um benemérito ofereceu à mãe de Fernando a estadia num hotel de Barcelona «durante o tempo que for necessário».

A responsável da associação de pais disse que o jovem se encontra a fazer exames médicos e será submetido a uma primeira cirurgia na quinta-feira. Uma segunda intervenção está marcada para o dia 17 de Julho, estando o regresso a Portugal previsto para o final do mês.

Na mensagem que colocou a circular em Junho, Joana Couto de Sousa pedia ajuda para o jovem «a quem tinha sido diagnosticado um glaucoma galopante e irreversível», que num curto espaço de tempo o deixou totalmente cego de um olho e com pouca visão no outro.

Explicava que a mãe decidiu operá-lo numa clínica privada de Barcelona, depois de «ter ouvido diversas opiniões junto de vários médicos e instituições hospitalares em Portugal, todas elas no sentido de que nada havia a fazer».

«Nesta clínica privada foi possível estabilizar a tensão ocular do menor e, embora não existam promessas de cura, existem garantias de que o processo de cegueira completa poderá ser atrasado 3 a 5 anos, mantendo o grau de visão residual que actualmente o jovem possui», acrescentava.

Lusa / SOL



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em: 14 de Outubro de 2009, 23:07
Covilhã
Associação Académica lança fundo para alunos carenciados

A Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI) vai lançar um fundo social para apoiar alunos em dificuldades, «alguns dos quais sem dinheiro para refeições», relatou à Agência Lusa, Fausta Parracho, dirigente da AAUBI
 

Segundo a mentora do projecto, existem 50 casos de carências, entre os quais “há dez casos urgentes, de pessoas que pagam as propinas com dinheiro emprestado e que neste momento não têm possibilidade de comer”, destacou.

Um tipo de situação que deverá ser resolvida “com o pagamento de refeições nas cantinas da universidade”, exemplificou. A dirigente académica falava na noite de segunda-feira numa festa de angariação de verbas.

O fundo pretende servir de rede para quem espera pela atribuição de bolsa, para famílias que sofrem perdas súbitas de rendimento ou para quem tem um incumprimento curricular pontual e justificado, mas que pode implicar perda de bolsa, entre outras situações.

“Cada caso é um caso e será analisado individualmente”, destacou.

Durante um período de tempo, o fundo paga despesas aos alunos em dificuldades que a acção social comprove não ter margem de manobra para apoiar no imediato. “Nunca vamos entregar dinheiro”, sublinhou Fausta Parracho.

“Vamos pagar despesas e esse valor será sempre contabilizado como um empréstimo sem juros, que prevemos seja depois pago pelo aluno ao longo de um ano”, acrescentou.

“A primeira linha de actuação continuará a ser sempre a acção social da universidade. A aplicação do fundo depende sempre da explicação técnica dos serviços para não poderem apoiar”, destaca Pedro Pombo, provedor do estudante da UBI, que juntamente com a AAUBI vai participar na avaliação dos casos.

“Esta ideia demonstra a capacidade e empenho dos alunos para ajudar quem, por questões técnicas, não possa ser abrangido pela acção social”, sublinhou.

Apesar de não estar entre os casos urgentes, Wilson Vicente, estudante cabo-verdiano, dá a cara porque precisa de 200 euros “para pagar a primeira prestação das propinas”, contou à Agência Lusa.

Já sem direito, trabalha na Covilhã, e o que ganha até dá para pagar uma prestação à UBI. No entanto, traz às costas mais de 400 euros de propinas em atraso. Contas feitas, pede um empréstimo que lhe permita repartir o pagamento até Dezembro.

“Em Dezembro cai a segunda prestação das propinas. Estamos a preparar uma nova festa e angariação de fundos para essa altura”, referiu Fausta Parracho.

Altura em que espera já ter o fundo devidamente constituído, com uma verba que ronde, pelo menos, “entre cinco a oito mil euros” e que vai contar com o contributo da reitoria da UBI.

“É de louvar esta atitude dos alunos aos quais já prometi uma verba significativa para subsidiar parte do fundo”, disse à Agência Lusa o reitor João Queiroz.

Lusa/SOL



mara

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em: 17 de Outubro de 2009, 23:45
Esperei uma sms do xavier, mas já vi que esta numa de baixo.....e sabem como eu sou, sou a sim.
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em: 20 de Outubro de 2009, 01:49
Santa Maria da Feira

Marcha Branca espera receber 5 mil pessoas e angariar uma tonelada de alimentos

As ruas centrais de Santa Maria da Feira acolhem, sábado à noite, uma Marcha Branca em que é esperada a participação de 5000 pessoas - todas com uma peça de vestuário branco - e a doação de uma tonelada de alimentos
 

O evento, que surge por iniciativa de seis instituições do concelho, assinala o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, propondo-se minorar o problema através de uma medida concreta como a recolha de bens alimentícios para distribuição por famílias em dificuldades.

Paulo Costa, coordenador da Marcha Branca e dirigente da organização não governamental “Rosto Solidário”, explica que o objectivo do evento é “envolver as pessoas no problema da pobreza e levá-las a prestar mais atenção às situações que se desenrolam mesmo ao seu lado”.

“Queremos ter sentinelas que, de forma voluntária, nos alertem para os casos problemáticos que há em cada freguesia do concelho”, explica Paulo Costa.

O organizador sustenta ainda que “com essa ajuda, é mais fácil fazer a ponte com a realidade concreta das pessoas que estão em dificuldades e saber como ajudá-las”.

O “contributo imediato” da manifestação popular, com início às 20:00 de sábado na Casa do Moinho, junto às piscinas municipais da Feira, é a recolha de 1000 quilos de alimentos não perecíveis, como arroz, massas, enlatados, farinhas lácteas, papas de bebé, leite em pó, cereais, leite, bolachas e compotas.

Esses produtos serão depois destinados a famílias do concelho já identificadas por diferentes organismos como estando “em situação difícil”, sobretudo devido a questões relacionadas com o desemprego.

“Nesta altura, é esse o principal problema da Feira”, afirma Paulo Costa.

“O desemprego não tem disparado, mas tem aumentado e, por isso, esta é uma zona em que a pobreza se tem agravado. Como deixou de haver lugar para a mão-de-obra intensiva, as pessoas com baixa qualificação ficaram numa posição muito difícil”, acrescentou.

O coordenador da Marcha Branca defende, contudo, “que o problema nem sempre é de ordem económica” e faz uma distinção entre “pobreza envergonhada - aquela em que as pessoas não querem admitir que estão a passar dificuldades - e a pobreza enclausurada - em que elas já estão tão dependentes de ajuda que não conseguem libertar-se do ciclo de pobreza”.

“Chamar a atenção das pessoas para todas essas diferenças é”, para Paulo Costa, “o principal objectivo da Marcha Branca”.

O evento resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal da Feira, a empresa municipal Feira Viva e quatro organizações não-governamentais do concelho: Rosto Solidário, Leigos para o Desenvolvimento, Jovens Sem Fronteiras e Viver 100 Fronteiras.

Os participantes vão percorrer as ruas do centro histórico da cidade entre as 20:00 e as 22:00, ao que se segue um concerto com a participação “pro bono” da Instável Orquestra e do grupo All About Dance.

Ainda no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, entre as 10:00 e as 17:00 de sábado, realizam-se na Biblioteca Municipal da Feira as Jornadas Solidárias, com a participação de várias personalidades.

Entre estas, destaque para a presença de Fernando Nobre, da Assistência Médica Internacional, D. Manuel Martins, Bispo Emérito de Setúbal, Bernardino Silva, da Oikos, Miguel Pinto, da cooperativa de comércio justo “Equação”, Teresa Paiva Couceiro, da Fundação Gonçalo Silveira (Angola), Paulo Costa, da Leigos para o Desenvolvimento (Uíge, Angola), Mónica Pacheco, da Gás’África e Diana Costa, da Associação Viver 100 Fronteiras (Guiné-Bissau).

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em: 25 de Outubro de 2009, 23:27
Coimbra
Projecto Trampolim promove o sucesso escolar de jovens carenciados

Cerca de 150 crianças e jovens de bairros sociais de Coimbra vão ter, nos próximos três anos, acesso a formas de ocupação e formação específicas, que visam combater a exclusão social e o abandono escolar
 

A terceira fase do projecto Trampolim, há cinco anos no terreno, é uma das candidaturas ao Programa Escolhas, da responsabilidade do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), com vista à protecção e integração de crianças e jovens em situação de risco e exclusão social.

Os beneficiários directos do projecto têm entre seis e 18 anos e residem nos bairros da Rosa e do Ingote, onde a maioria dos agregados familiares beneficia de Rendimento Social de Inserção, encontrando-se em situação de precariedade económica e laboral ou desemprego de longa duração, situação fomentada por baixa escolaridade.

Estão programadas acções de inclusão escolar e educação não formal, formação profissional e empregabilidade, dinamização comunitária e cidadania, inclusão digital, empreendedorismo e capacitação dos jovens, foi hoje anunciado, na assinatura do novo consórcio promotor do projecto, que envolve duas novas instituições.

Animação de recreios, apoio às actividades extra-curriculares, dinamização da comissão de pais, actividades desportivas e culturais, acções de formação que dão equivalência aos 6.º e 9.º anos de escolaridade e cursos na área das artes são algumas das iniciativas previstas.

Com as famílias, será trabalhado um programa de competência parentais, através de um protocolo de cooperação com a Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra, disse a coordenadora do Trampolim, Maria João Guerreiro.

O projecto possibilitou a fixação na EB1 do Ingote de um «conjunto de professores conhecedores do meio e dos pais» dos alunos, «reduzindo a taxa de abandono escolar», disse o director do Agrupamento de Escolas da Pedrulha, Paulo Costa.

O Trampolim, sublinhou, tem sido «uma mais valia para o bairro», contribuindo para que os alunos sejam «cada vez mais responsáveis e autónomos».

«Há cinco anos tínhamos um ‘patinho feio’ no sistema escolar que caminhava aceleradamente para o encerramento ou buraco negro, hoje temos uma inversão completa desse sentimento de desgraça», disse o vereador Jorge Gouveia Monteiro, referindo-se à EB1 do Ingote.

Liderado pela Câmara de Coimbra, o consórcio promotor do projecto integra mais sete instituições, entre as quais a Caritas Diocesana, a Associação Cigana de Coimbra, a companhia O Teatrão e a cooperativa Mandacaru.

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em: 30 de Outubro de 2009, 18:36
AmaSénior

Amadora lança projecto de apoio alimentar para idosos
Por Andreia Félix Coelho

 O concelho da Amadora vai lançar o AmaSénior – Projecto de Apoio Alimentar, na Fundação AFID Diferença no Bairro do Zambujal. O objectivo é levar refeições a idosos e pessoas isoladas nos dias feriados e fins-de-semana
 

Este projecto tem como objectivo central o fornecimento da alimentação em dias feriados e fins-de-semana a idosos ou pessoas isoladas, que já beneficiem, nos dias úteis, das valências de Serviço de Apoio Domiciliário e Centro de Dia.

«Através do AmaSénior pretende-se rentabilizar e optimizar os recursos existentes no Município, nomeadamente as cozinhas de instituições que funcionam aos fins-de-semana e feriados, efectuar a distribuição de refeições no domicílio dos idosos aos fins-de-semana e feriados, alargar o fornecimento de refeições aos idosos de cinco para sete dias e melhorar a qualidade de vida dos idosos nas suas habitações», explica a Câmara em comunicado.

Foram já apresentadas candidaturas ao Instituto de Segurança Social para a aquisição de viaturas e caixas isotérmicas, caixas descartáveis e caixas térmicas para transporte de refeições, sendo que a Câmara Municipal da Amadora assegurará a parte do financiamento que não for comparticipada pelo Governo.

Os utentes que podem vir a beneficiar deste apoio têm que estar inscritos numa instituição do concelho e já beneficiarem de apoio ao nível de uma resposta social - Centro de Dia ou Serviço de Apoio Domiciliário.

andreia.coelho@sol.pt



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em: 04 de Novembro de 2009, 01:33
Cinco mil famílias transmontanas vão pagar electricidade mais barata

A EDP vai reduzir o preço da electricidade a cinco mil famílias do Nordeste Transmontano no âmbito do investimento social que está realizar nas zonas abrangidas pelas novas barragens, anunciou hoje o presidente da empresa

António Mexia remeteu para tarde, durante uma visita às obras da barragem do Baixo Sabor, mais pormenores sobre esta medida que vai fazer com que cinco mil famílias transmontanas passem a pagar menos pela electricidade.

Além da redução da factura energética, a EDP está a distribuir gratuitamente lâmpadas economizadoras, com 16 mil unidades entregues numa semana, numa acção que prevê espalhar por 30 mil lares 120 mil lâmpadas.

Tem também em curso o projecto EDP Solidária com mais de 100 mil euros para contemplar projectos na área das novas barragens do Sabor e do Tua, e em Picote e Bemposta, onde está a proceder ao reforço das centrais.

As acções sociais passam ainda pela iniciativa Ambiente é para todos, que distribuirá 70 mil euros pelos melhores projectos nesta área.

Além da vertente social, o presidente da EDP quer fazer das novas barragens «uma oportunidade única» para o desenvolvimento económico e social da região transmontana, apostando numa estratégia de diálogo e parcerias resumida num «contrato não escrito com a sociedade».

A empresa quer estabelecer parcerias locais para que os novos empreendimentos «consigam criar algo para o futuro», além da fase visível da construção, com um investimento total de 1900 milhões de euros e a criação de 8500 postos de trabalho directos e cerca de 30 mil indirectos.

Com este propósito está a promover os encontros da energia da água, um dos quais ocorreu hoje em Torre de Moncorvo, envolvendo agentes da zona da barragem do Baixo Sabor, em construção naquele concelho transmontano e que envolve já 1200 postos de trabalho.

A EDP desafia os agentes locais a dizerem quais os anseios e necessidades das populações e disponibiliza-se a apoiar acções e projectos para a sua concretização.

Lusa / SOL


Destroi-se a natureza mas reduz-se o preço na factura... :roll:




 


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