Autor Tópico: The Figurehead - Casting Betfair Expert  (Lida 1265 vezes)

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The Figurehead

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em: 04 de Março de 2009, 17:01
ITALIA   Serie A

Jornada 27 – Domingo 8 Março de 2009, 14:00 Horas

Stadio Via Del Mare

    LECCE – REGGINA

   
      O grande jogo da jornada... entre aflitos. O Lecce (19º classificado), recebe a Reggina (20º e último) no seu terreno, e vai dar tudo por tudo para ganhar mais 3 pontos na luta pela permanência. A Reggina, em situação ainda mais complicada, sabe que se perde para este “rival” directo, poderá ficar muito mais longe do objectivo que é a permanência na principal divisão de Itália.



   
      Em 13 jogos em casa, o Lecce apenas conseguiu vencer por duas vezes nesta época (2-0 ao Chievo e ao Cagliari), tendo marcado por apenas 13 vezes. Por sua vez, a Reggina conta com uma única vitória fora de portas (1-0 à Udinese), e com apenas 4 golos marcados! Vão estar em confronto, o 3º e 4º pior ataque da prova.



      Nos últimos jogos, ambas as equipas têm evidenciado dificuldades em marcar golos, por isso não admira a péssima fase que ambas atravessam. Sem golos... não há vitórias.



   
       
      Em épocas mais recentes, temos tido confrontos equilibrados entre estas equipas. No passado mês de Outubro, vitória da Reggina, com 2 golos que surgiram através da marcação de duas grande-penalidades.


   
       
      Este jogo de domingo, vai ser uma autêntica batalha entre duas equipas que não vão querer perder, primeiro do que tudo, e tentar vencer... nem que seja por “meio” golo. Os visitantes, já não ganham há 13 jogos, mas isso não abala a confiança do treinador Nevio Orlandi: “Creio que ainda nos podemos salvar. Obviamente, é mais difícil do que era há uma semana, mas ainda podemos fazê-lo.”
   
      Ausentes, poderão estar vários jogadores, dificultando ainda mais a já delicada situação em que se encontram. Mas são o guarda-redes Campagnolo, o defesa Santos e o médio Vigniani, todos eles habituais titulares, as baixas de peso.
   
        Orlandi deverá fazer alinhar o seguinte 11:

   Reggina: 3-4-1-2    Treinador: Nevio Orlandi



Ausências:
Campagnolo, Giosa, Santos, Rakic, Halfredsson

      No “papel”, é este o desenho táctico, mas na realidade a equipa tem tendência (até pela posição delicada que se encontra na classificação) a defender num 5-3-1-1 (ou, para simplificar, num 5-4-1), com os lateiras Sestu e Costa a recuarem para junto das 3 centrais, e com Cozza a descer também para ajudar no meio campo. Cozza (o “cérebro” da equipa) é quem pega no jogo para tenta iniciar as jogadas de ataque, sendo Brienza (que joga nas “costas” de Corradi, e é o criativo desta equipa) quem normalmente decide no último terço do terreno, quer com jogadas individuais e/ou com passes para golo. Corradi, na frente, é o 1º defesa da equipa... é ele que segura os centrais adversários, e quem aguenta a bola até a chegada dos companheiros mais atrasados. É um experiente avançado (ex-Chievo-Lazio-Valência-Parma-Manchester City), forte no jogo aéreo e que, uma vez por outra, vai fazendo o “gosto ao pé” (é o goleador da equipa com 9 golos).


      Os da casa, também estão em dificuldades no que toca a lesionados. O médio Giacomazzi, e o avançados Cacia, são dois jogadores influentes que não vão poder dar o contributo à equipa.
   
   Lecce: 3-5-2    Treinador: Mario Beretta



Ausências:
Cacia, Giacomazzi, Ardito, Castillo (este ainda não é dado como certo). Ariati está castigado e deverá ser substituido por Vives na esquerda.


      Se bem que em termos defensivos, os laterais Angelo e Vivas recuam para ajudar a defesa, estes têm uma maior liberdade para atacar muito por culpa do posicionamento de Edinho, que ao recuar permite que Esposito e Stendardo ocupem os espaços deixados pelos laterais nas suas incursões no ataque.
      Munari é o organizador de jogo, e Caserta é quem acrescenta “magia” ao ataque, é um médio que remata muito e cria desequilíbrios, sendo também um dos mais castigados pelos adversários pelas inúmeras faltas que sofre ao longo do encontro. 
      Castilho (em dúvida, mas com possibilidades de recuperar para o jogo) faz parceria Tribocchi. São dois jogadores já veteranos, muito perigosos dentro da área (ambos marcaram 50% dos golos da equipa), e que trabalham muito e também fazem assistências para golo (na verdade, são também eles os “campeões” das assistências).


      Acredito que vai ser um jogo muito disputado, de muita luta e muita entrega... e com bastantes faltas também. Mas irá ser também um jogo rigoroso em termos tácticos, pois assim reza a história do futebol italiano, ainda por cima num embate tão importante como este. Ambas as equipas estão repletas de atletas italianos, tornando ainda mais provável esse cenário.
      Dos dois lados, os treinadores vão povoar o meio campo, defender com 10 jogadores sempre que necessário, e atacar pela certa. Como nenhuma das equipas possui jogadores extremamente rápidos, não me parece que irão jogar no contra-ataque (no sentido em que não vão querer recuar muito no terreno e explorar as “costas” do adversário, visto não terem jogadores para isso). Como é habitual nestes jogos, um lance a partir de uma bola parada poderá decidir o encontro, ou então uma jogada de “génio” de ambos os lados. Mesmo assim, e o facto de ambos jogarem com defesas/alas, poderá desequilibrar... ou não, caso se encaixem se anulem durante os 90 minutos.

      Ainda de realçar, é o Lecce ser a 2ª equipa que menos remata (média de 10 remates por jogo) e também a 2ª equipa que menos cantos tem a favor (4 por jogo) na Serie A, percebendo-se assim a pouca capacidade e produtividade ofensiva. A Reggina ocupa a 12ª posição no que toca a remates a cantos a favor (12 remates e 5 cantos por jogo em média).
      Como disse anteriormente, não vejo uma Reggina só na defensiva... mas muito na expectativa, tentando não baixar muito a defesa. O Lecce poderá pressionar mais, mas nunca o irá fazer deixando espaços atrás, vai tentar resolver o jogo pacientemente. É possível que a esquipa da casa ganhe por um golo, ou mesmo que o jogo termine empatado. Mas pelo estado actual das coisas, eu apostaria num jogo com poucos golos.



PICK:   
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Menos de 2.5 golos
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The Figurehead

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em: 05 de Março de 2009, 19:33


Inglaterra - Championship


Jornada 37 – Sábado 7 Março 2009, 15:00 Horas

Hillsborough, Sheffield


SHEFFIELD WEDNESDAY        -        WOLVERHAMPTON WANDERERS

         


      O sonho de qualquer equipa é estar presente nos grandes palcos do futebol mundial... e haverá competição mais espectacular e mais mediatizada em todo o mundo, do que a Premier League? Poucos dirão que sim.
     
      O segundo escalão do futebol inglês, permite todas as épocas a 24 equipas, fantasiar com esse cenário, e, até pela organização das divisões inferiores, onde para além do 1º e 2º classificados, mais 4 equipas através dum Play-off podem chegar à final (disputada no imponente estádio de Wembley) e assim tocar o céu e ficar mais perto das estrelas. Ainda na época passada, o Hull City conseguiu o apuramento para a 1ª Liga via Play-off, e até agora tem realizado um campeonato de bom nível. Ao contrário dos habituais favoritos confirmarem esse estatuto na Premier League, no Championship há sempre grandes surpresas, qualquer um pode aspirar aos lugares cimeiros... ou cair nos últimos lugares e ver-se envolvida na batalha da permanência.
   
      Chegados a esta jornada, encontramos um Wolves (que já teve melhores dias) no 1º lugar, com mais 3 pontos do que o Birmingham, e a 5 do 3º classificado, o Reading. Averbar o maior número de pontos nesta fase é essencial, pois as últimas jornadas costumam ser de “loucos”, e por certo não vão querer cair para os lugares do Play-off, depois de tantas jornadas na frente da classificação.
      Play-off esse que o Sheffield Weddnesday tenta alcançar, e se o conseguisse seria de facto um marco importante, isto até porque depois de despromovido da Premier League para o Championship em 99/00, chegou a descer ainda mais para a Division 1, algo absolutamente impensável tendo em conta o passado deste histórico inglês. Não é preciso ir muito atrás, basta recordar os internacionais ingleses Chris Woods, Paul Warhurst, Des Walker e Chris Waddle, que comandados por Trevor Francis, chegaram a jogar na Taça UEFA, numa das melhores alturas do clube durante os anos 90.





      O que esperar deste encontro? Duas equipas que vão querer ganhar para manter vivas as aspirações de se juntarem aos grandes. Para isso, terão de melhorar a forma actual. Ambos estão numa fase de “pára-arranca”, ora têm exibições e resultados positivos, ora apresentam lacunas impróprias para quem se diz candidato a qualquer título que seja.


   




      E golos? Golos não têm faltado nos confrontos entre ambos ao longo das épocas, e temos que recuar até ao ano de 2001 para encontramos um empate a zero, e desde essa altura, o único jogo que menos golos produziu foi um 0-2 a favor dos “Lobos” no ano de 2005.




      Para este jogo, poderemos ter um Sheffield a jogar no habitual 4-4-2, ou então num 4-5-1, que facilmente se transformará num 4-3-3, isto porque os homens que jogam nas alas, são ou extremos, ou avançados, prontos para atacar sempre que têm a bola, e fechar essas mesmas alas quando a equipa defende. Este sistema tem sido utilizado por parte de Brian Laws nos jogos contra adversários teoricamente mais fortes (Wolves, Birmingham, Reading, Sheffield United), por isso penso que optará mais uma vez por esse ajustamento táctico.

      Se Brian Law tem algumas preocupações com o adversário, já Mick Mccarthy, o “grandalhão” ex-internacional irlandês (tanto como jogador, como treinador) mantêm-se fiel ao 4-4-2, com 2 médios-alas que atacam bastante, e 2 médios-centro, um mais posicional, Jones, e outro que “joga” de área a área (é aquilo que toda a gente apelida agora de um médio “box-to-box”), Edwards. Na frente, o perigosíssimo Ebanks-Blake, o melhor marcador da prova com 22 golos, e o “gigante” Chris Iwelumo têm massacrado as redes contrárias.

      Ausentes, deverão estar Esajas e Watson, do lado dos da casa. Murray e Ekokobi não estarão disponíveis para os Wolves. Estas 4 ausências já vêm de longa data, pelo que os treinadores já há muito que não contam com eles.



      Agora... vamos aos golos. 20 é o número de golos que os goleadores do Wednesday, Marcus Tudgay e Leon Clarke, marcaram entre eles. Por seu lado, os Wanderers Chris Iwelumo e  Sylvan Ebanks-Blake já vão com 35. Sem mais demoras, as figuras de ambas as equipas:

Leon Clarke



Avançado Centro
inglês
24 anos
1,88 m
90 kg
25 jogos/ 8 golos/ 3 assistências

      Avançado forte, poderoso no jogo aéreo, agressivo e com técnica q.b., dotado de uma capacidade física impressionante e que joga sempre nos limites, com uma capacidade de luta e de choque invejáveis, capaz de aguentar muitos 90 minutos seguidos nas pernas, é a referência na área, pronto para finalizar cruzamentos e também passes longos vindos dos companheiros da equipa, perigoso também nas jogadas de contra-ataque, visto ter uma acelaração e velocidade suficientes para deixar os defesas adversários à deriva.


Marcus Tudgay



Avançado
inglês
26 anos
1,75 m
73 kg
32 jogos/12 golos/3 assistências

       Segura bem a bola e gosta de tabelar com os colegas de equipa para depois tirar partido das suas arrancadas, é extremamente rápido e aparece “vindo de lado nenhum” na área, tornando-se muito difícil de ser marcado. Apesar da sua baixa estatura, tem uma excelente capacidade de salto e de cabeceamento, marcando bastantes golos dessa forma. Pode jogar também numa das alas, por isso é-lhe dada alguma liberdade para jogar sem posição fixa, de forma a surpreender as equipas adversárias. É um bom rematador, e fá-lo de forma eficiente com ambos os pés. Apesar da sua juventude, é já uma lenda para os lados de Sheffield.




Chris Iwelumo



Avançado
Escocês
30 anos
1.91 m
86 kg
27 jogos/13 golos/3 assistências

      Experiente avançado que, já depois de iniciar a carreira na Escócia, chegou a passar pelo campeonato alemão e dinamarquês, mas sempre por equipas pouco cotadas internacionalmente. Nesta época, e pela 1ª vez na sua carreira, foi convocado para representar a selecção por duas vezes. Está em excelente forma, é bastante rápido a executar, e tem um ar “cool” em campo, sempre bastante concentrado e compenetrado, é um exímio finalizador... e excelente nas bolas pelo ar, como seria de esperar.

Sylvan Ebanks-Blake



Avançado
Inglês
22 anos
1.78
85 kg
35 jogos/22 golos/5 assistências

      Como escrevi anteriormente, é o artilheiro do campeonato, e é ele o grande responsável pelo 1º lugar dos Wolves. Esta “máquina” de fazer golos é simplesmente demasiado bom para os adversários em questão... Atrevo-me a dizer que teria lugar na maior parte dos clubes da Premier League, mas o clube tem conseguido mantê-lo... até porque sabe que só assim poderá voltar ao convívio com os grandes. Passemos à acção.


[youtube=425,350]8NNOnkY-SPo[/youtube]


      Pela vocação ofensiva que ambos os treinadores têm, e pelo facto dos da casa precisarem urgentemente de começar a ganhar jogos de forma mais assídua, e pelo facto dos visitantes gostarem e “só” saberem atacar, penso que irá ser um jogo aberto e que poderá ter alguns golos. São ambas equipas onde os jogadores atacantes são superiores em termos qualitativos aos outros, por isso esta minha aposta. Não vai ser um jogo com grandes marcações, e será jogado a um ritmo elevado, o que poderá levar a um aumento das situações de golo... e aí os homens da frente poderão fazer aquilo que mais sabem.


pick:
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Mais de 2.5 golos
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Bruno Coutinho

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em: 05 de Março de 2009, 19:37
Não se esqueçam de colocar as picks no futebol, estou farto de avisar :s



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Re: The Figurehead - Casting Betfair Expert
« Responder #2 em: 05 de Março de 2009, 19:37 »

The Figurehead

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em: 05 de Março de 2009, 19:41
Não se esqueçam de colocar as picks no futebol, estou farto de avisar :s

já lá estão.  :bom:



Bruno Coutinho

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em: 05 de Março de 2009, 19:42
É que vocês estão a fazer ao contrário aqui nos vossos tópicos é que devem fazer o resumo e a pick no futebol, os meninos da betfair e o expert têm é de ir ao futebol ler não é aqui, eles não são mais que os outros :cool:



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em: 05 de Março de 2009, 19:44
É que vocês estão a fazer ao contrário aqui nos vossos tópicos é que devem fazer o resumo e a pick no futebol, os meninos da betfair e o expert têm é de ir ao futebol ler não é aqui, eles não são mais que os outros :cool:

hehehe

lá nisso tens razão.  ;)



Dunadan

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em: 05 de Março de 2009, 19:52
:sol: Que picks brutais! :shock: :shock: :shock: :venia: :venia: :venia:



Dunadan

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em: 05 de Março de 2009, 19:54
Jazuz, o Chris Iwelumo, fartou-se de marcar tanto golo pelo Colchester United, era praticamente o seu abono de família, salvo erro, quando andavam no C'Ship! :shock:
« Última modificação: 05 de Março de 2009, 19:54 por Dunadan »



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Re: The Figurehead - Casting Betfair Expert
« Responder #7 em: 05 de Março de 2009, 19:54 »

The Figurehead

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em: 05 de Março de 2009, 20:00
Jazuz, o Chris Iwelumo, fartou-se de marcar tanto golo pelo Colchester United, era praticamente o seu abono de família, salvo erro, quando andavam no C'Ship! :shock:

sim, foi onde marcou mais golos a serviço dum clube: 35 em duas épocas.  :bom:



The Figurehead

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em: 06 de Março de 2009, 11:45


Espanha - Primera Division




Jornada 26 - Domingo 8 Março 2009 - 16:00 Horas


Estadio Reyno de Navarra


  OSASUNA    -    SPORTING GIJON






   Jogo entre duas equipas à procura de pontos para fugirem à despromoção. O Osasuna, em 18º, encontra-se com menos 3 pontos do que o Gijon, precisamente aquele que ocupa a 17ª posição.






   Mas nos últimos jogos, o Osasuna tem estado a ganhar pontos preciosos e já não perde há 6 jogos. Em contraste, o Sporting não ganha há 4 jogos, e só conquistou uma vitória nos últimos 10.






      Na 1ª volta, o Gijon saiu vitorioso por duas bolas a uma, e esse é o único embate a registar entre ambos, nas últimas 8 épocas. Foi essa a estreia do nosso conhecido José António Camacho no comando técnico da equipa, em substituição de Ziganda , isto no passado mês de Outubro. Desde então nada parecia ter mudado... até este recente despertar para a realidade da equipa de Pamplona.


      A jogar num 4-2-3-1, Camacho tenta a todo custo, primeiro não sofrer golos, e depois partir com 2/3 jogadores para o contra-ataque. A Juanfran, e ao checo Plasil, estão entregues as tarefas ofensivas, tanto através de jogadas individuais, como a servir Pandiani, o já muito viajado uruguaio que apesar de só ter realizado 13 jogos (as lesões são o seu maior inimigo), já marcou 6 golos, o que é o suficiente para se destacar como o melhor marcador da equipa.
      Para ajudar este trio de ataque, aparece normalmente o iraniano Masoud, que apesar das exibições bastante irregulares, é indispensável à equipa, principalmente nos jogos em casa, ou quando necessitam de ter mais a bola. Nekouman é o jogador fulcral desta equipa, pois é um “todo-o-terreno”, tão fundamental no futebol actual, sendo mesmo o jogador que mais remata na equipa, levando também já 5 golos na sua conta pessoal.
      Actualmente, a equipa tem estado a defender melhor, tendo sofrido só 1 golo nos últimos 5 jogos, e está bastante bem organizada e moralizada, e como seria de esperar duma equipa treinada por Camacho, o seu forte é a entrega total ao jogo, algo que vai ao encontro do que sempre esteve presente no espírito do clube, e que também é muito característico das equipas no norte de Espanha. Em relação a ausências, Camacho vai poder contar com o 11 habitual que tem vindo a escolher desde que chegou ao clube, sendo que a maior parte dos indisponíveis, já vêm de longa data.


Osasuna: 4-2-3-1


Sporting: 4-1-4-1


      No comando técnico da equipa visitante está Manuel Preciado, antigo jogador e agora treinador já há 3 épocas. Foi na época passada que levou o clube ao 2º lugar da 2a Divisão, conseguindo assim um feito extraordinário para um clube pequeno de Espanha, 10 anos depois de ter caído no 2º escalão. Ainda mais do que o Osasuna, o Sporting tem na “cantera” o segredo do seu sucesso, não sendo de estranhar que só existam no plantel 2 jogadores de outras nacionalidades que não a espanhola, o holandês Colin (que só jogou por duas vezes) e Mate Bilic, o croata que é o finalizador da equipa, contando já com 8 golos apontados.
      Preciado montou a equipa num 4-1-4-1, mas tem estado com problemas para escolher o melhor 11, e mais uma vez não poderá contar com todos os atletas. Neru, o experiente defesa central, vai estar ausente por lesão. González Carmelo, que é aquele que faz mais assistências para golo, também está na lista dos indisponíveis. Canella, o defesa esquerdo e mais utilizado atleta do plantel, também está de fora. Também Pichu, o “ex” titular da baliza, encontra-se desde Dezembro no “estaleiro”.
      São demasiadas contrariedades para uma equipa já dela fragilizada com os recentes resultados, a com uma inexperiência nestas andanças e nesta luta pela manutenção. Mesmo assim, o espírito guerreiro que demonstram em campo, vai mais uma vez ser a maior arma em mais uma batalha neste próximo domingo. De Bilic e Castro (o médio esquerdo), vai depender o que o Sporting irá fazer em termos ofensivos, sendo que a principal preocupação será conter a “fúria” dos homens de camisola vermelha, e para isso os médios Miche, Camacho e Andreu terão de estar ao seu melhor nível.

      O futuro das duas equipas pode passar por este jogo, por isso prevejo um Sporting a jogar concentrado no seu meio campo (sem nunca esquecer o ataque, pois normalmente as equipas espanholas não sabem “só” defender) e um Osasuna a atacar com o “coração”... e a defender com a “cabeça”, ajudados por um público que vai encher o Navarra, e que os vai apoiar até soar o apito final.
      Tendo em conta o estado actual das equipas, é possível que tenhamos uma pequena troca de lugares na classificação, pois uma vitória dos da casa permite-lhes ficar com mais 1 ponto do que os visitantes. Apesar disso poder parecer não significar muito, seria sem dúvida moralizante para os orientados por Camacho, para melhor encararem os restantes jogos da prova.

pick:
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Osasuna
1.73 Betfair




_zigoto_

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Só para dizer que o Azpilicueta está castigado, pelo que não vai jogar... :bom:



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Só para dizer que o Azpilicueta está castigado, pelo que não vai jogar... :bom:

é verdade... deve ser substituido pelo Javier Flaño.  :bom:



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ITALIA   Serie A

Jornada 27 – Domingo 8 Março de 2009, 14:00 Horas

Stadio Via Del Mare

    LECCE – REGGINA

   
      O grande jogo da jornada... entre aflitos. O Lecce (19º classificado), recebe a Reggina (20º e último) no seu terreno, e vai dar tudo por tudo para ganhar mais 3 pontos na luta pela permanência. A Reggina, em situação ainda mais complicada, sabe que se perde para este “rival” directo, poderá ficar muito mais longe do objectivo que é a permanência na principal divisão de Itália.



   
      Em 13 jogos em casa, o Lecce apenas conseguiu vencer por duas vezes nesta época (2-0 ao Chievo e ao Cagliari), tendo marcado por apenas 13 vezes. Por sua vez, a Reggina conta com uma única vitória fora de portas (1-0 à Udinese), e com apenas 4 golos marcados! Vão estar em confronto, o 3º e 4º pior ataque da prova.



      Nos últimos jogos, ambas as equipas têm evidenciado dificuldades em marcar golos, por isso não admira a péssima fase que ambas atravessam. Sem golos... não há vitórias.



   
       
      Em épocas mais recentes, temos tido confrontos equilibrados entre estas equipas. No passado mês de Outubro, vitória da Reggina, com 2 golos que surgiram através da marcação de duas grande-penalidades.


   
       
      Este jogo de domingo, vai ser uma autêntica batalha entre duas equipas que não vão querer perder, primeiro do que tudo, e tentar vencer... nem que seja por “meio” golo. Os visitantes, já não ganham há 13 jogos, mas isso não abala a confiança do treinador Nevio Orlandi: “Creio que ainda nos podemos salvar. Obviamente, é mais difícil do que era há uma semana, mas ainda podemos fazê-lo.”
   
      Ausentes, poderão estar vários jogadores, dificultando ainda mais a já delicada situação em que se encontram. Mas são o guarda-redes Campagnolo, o defesa Santos e o médio Vigniani, todos eles habituais titulares, as baixas de peso.
   
        Orlandi deverá fazer alinhar o seguinte 11:

   Reggina: 3-4-1-2    Treinador: Nevio Orlandi



Ausências:
Campagnolo, Giosa, Santos, Rakic, Halfredsson

      No “papel”, é este o desenho táctico, mas na realidade a equipa tem tendência (até pela posição delicada que se encontra na classificação) a defender num 5-3-1-1 (ou, para simplificar, num 5-4-1), com os lateiras Sestu e Costa a recuarem para junto das 3 centrais, e com Cozza a descer também para ajudar no meio campo. Cozza (o “cérebro” da equipa) é quem pega no jogo para tenta iniciar as jogadas de ataque, sendo Brienza (que joga nas “costas” de Corradi, e é o criativo desta equipa) quem normalmente decide no último terço do terreno, quer com jogadas individuais e/ou com passes para golo. Corradi, na frente, é o 1º defesa da equipa... é ele que segura os centrais adversários, e quem aguenta a bola até a chegada dos companheiros mais atrasados. É um experiente avançado (ex-Chievo-Lazio-Valência-Parma-Manchester City), forte no jogo aéreo e que, uma vez por outra, vai fazendo o “gosto ao pé” (é o goleador da equipa com 9 golos).


      Os da casa, também estão em dificuldades no que toca a lesionados. O médio Giacomazzi, e o avançados Cacia, são dois jogadores influentes que não vão poder dar o contributo à equipa.
   
   Lecce: 3-5-2    Treinador: Mario Beretta



Ausências:
Cacia, Giacomazzi, Ardito, Castillo (este ainda não é dado como certo). Ariati está castigado e deverá ser substituido por Vives na esquerda.


      Se bem que em termos defensivos, os laterais Angelo e Vivas recuam para ajudar a defesa, estes têm uma maior liberdade para atacar muito por culpa do posicionamento de Edinho, que ao recuar permite que Esposito e Stendardo ocupem os espaços deixados pelos laterais nas suas incursões no ataque.
      Munari é o organizador de jogo, e Caserta é quem acrescenta “magia” ao ataque, é um médio que remata muito e cria desequilíbrios, sendo também um dos mais castigados pelos adversários pelas inúmeras faltas que sofre ao longo do encontro. 
      Castilho (em dúvida, mas com possibilidades de recuperar para o jogo) faz parceria Tribocchi. São dois jogadores já veteranos, muito perigosos dentro da área (ambos marcaram 50% dos golos da equipa), e que trabalham muito e também fazem assistências para golo (na verdade, são também eles os “campeões” das assistências).


      Acredito que vai ser um jogo muito disputado, de muita luta e muita entrega... e com bastantes faltas também. Mas irá ser também um jogo rigoroso em termos tácticos, pois assim reza a história do futebol italiano, ainda por cima num embate tão importante como este. Ambas as equipas estão repletas de atletas italianos, tornando ainda mais provável esse cenário.
      Dos dois lados, os treinadores vão povoar o meio campo, defender com 10 jogadores sempre que necessário, e atacar pela certa. Como nenhuma das equipas possui jogadores extremamente rápidos, não me parece que irão jogar no contra-ataque (no sentido em que não vão querer recuar muito no terreno e explorar as “costas” do adversário, visto não terem jogadores para isso). Como é habitual nestes jogos, um lance a partir de uma bola parada poderá decidir o encontro, ou então uma jogada de “génio” de ambos os lados. Mesmo assim, e o facto de ambos jogarem com defesas/alas, poderá desequilibrar... ou não, caso se encaixem se anulem durante os 90 minutos.

      Ainda de realçar, é o Lecce ser a 2ª equipa que menos remata (média de 10 remates por jogo) e também a 2ª equipa que menos cantos tem a favor (4 por jogo) na Serie A, percebendo-se assim a pouca capacidade e produtividade ofensiva. A Reggina ocupa a 12ª posição no que toca a remates a cantos a favor (12 remates e 5 cantos por jogo em média).
      Como disse anteriormente, não vejo uma Reggina só na defensiva... mas muito na expectativa, tentando não baixar muito a defesa. O Lecce poderá pressionar mais, mas nunca o irá fazer deixando espaços atrás, vai tentar resolver o jogo pacientemente. É possível que a esquipa da casa ganhe por um golo, ou mesmo que o jogo termine empatado. Mas pelo estado actual das coisas, eu apostaria num jogo com poucos golos.



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em: 08 de Março de 2009, 17:55


Inglaterra - Championship


Jornada 37 – Sábado 7 Março 2009, 15:00 Horas

Hillsborough, Sheffield


SHEFFIELD WEDNESDAY        -        WOLVERHAMPTON WANDERERS

         


      O sonho de qualquer equipa é estar presente nos grandes palcos do futebol mundial... e haverá competição mais espectacular e mais mediatizada em todo o mundo, do que a Premier League? Poucos dirão que sim.
     
      O segundo escalão do futebol inglês, permite todas as épocas a 24 equipas, fantasiar com esse cenário, e, até pela organização das divisões inferiores, onde para além do 1º e 2º classificados, mais 4 equipas através dum Play-off podem chegar à final (disputada no imponente estádio de Wembley) e assim tocar o céu e ficar mais perto das estrelas. Ainda na época passada, o Hull City conseguiu o apuramento para a 1ª Liga via Play-off, e até agora tem realizado um campeonato de bom nível. Ao contrário dos habituais favoritos confirmarem esse estatuto na Premier League, no Championship há sempre grandes surpresas, qualquer um pode aspirar aos lugares cimeiros... ou cair nos últimos lugares e ver-se envolvida na batalha da permanência.
   
      Chegados a esta jornada, encontramos um Wolves (que já teve melhores dias) no 1º lugar, com mais 3 pontos do que o Birmingham, e a 5 do 3º classificado, o Reading. Averbar o maior número de pontos nesta fase é essencial, pois as últimas jornadas costumam ser de “loucos”, e por certo não vão querer cair para os lugares do Play-off, depois de tantas jornadas na frente da classificação.
      Play-off esse que o Sheffield Weddnesday tenta alcançar, e se o conseguisse seria de facto um marco importante, isto até porque depois de despromovido da Premier League para o Championship em 99/00, chegou a descer ainda mais para a Division 1, algo absolutamente impensável tendo em conta o passado deste histórico inglês. Não é preciso ir muito atrás, basta recordar os internacionais ingleses Chris Woods, Paul Warhurst, Des Walker e Chris Waddle, que comandados por Trevor Francis, chegaram a jogar na Taça UEFA, numa das melhores alturas do clube durante os anos 90.





      O que esperar deste encontro? Duas equipas que vão querer ganhar para manter vivas as aspirações de se juntarem aos grandes. Para isso, terão de melhorar a forma actual. Ambos estão numa fase de “pára-arranca”, ora têm exibições e resultados positivos, ora apresentam lacunas impróprias para quem se diz candidato a qualquer título que seja.


   




      E golos? Golos não têm faltado nos confrontos entre ambos ao longo das épocas, e temos que recuar até ao ano de 2001 para encontramos um empate a zero, e desde essa altura, o único jogo que menos golos produziu foi um 0-2 a favor dos “Lobos” no ano de 2005.




      Para este jogo, poderemos ter um Sheffield a jogar no habitual 4-4-2, ou então num 4-5-1, que facilmente se transformará num 4-3-3, isto porque os homens que jogam nas alas, são ou extremos, ou avançados, prontos para atacar sempre que têm a bola, e fechar essas mesmas alas quando a equipa defende. Este sistema tem sido utilizado por parte de Brian Laws nos jogos contra adversários teoricamente mais fortes (Wolves, Birmingham, Reading, Sheffield United), por isso penso que optará mais uma vez por esse ajustamento táctico.

      Se Brian Law tem algumas preocupações com o adversário, já Mick Mccarthy, o “grandalhão” ex-internacional irlandês (tanto como jogador, como treinador) mantêm-se fiel ao 4-4-2, com 2 médios-alas que atacam bastante, e 2 médios-centro, um mais posicional, Jones, e outro que “joga” de área a área (é aquilo que toda a gente apelida agora de um médio “box-to-box”), Edwards. Na frente, o perigosíssimo Ebanks-Blake, o melhor marcador da prova com 22 golos, e o “gigante” Chris Iwelumo têm massacrado as redes contrárias.

      Ausentes, deverão estar Esajas e Watson, do lado dos da casa. Murray e Ekokobi não estarão disponíveis para os Wolves. Estas 4 ausências já vêm de longa data, pelo que os treinadores já há muito que não contam com eles.



      Agora... vamos aos golos. 20 é o número de golos que os goleadores do Wednesday, Marcus Tudgay e Leon Clarke, marcaram entre eles. Por seu lado, os Wanderers Chris Iwelumo e  Sylvan Ebanks-Blake já vão com 35. Sem mais demoras, as figuras de ambas as equipas:

Leon Clarke



Avançado Centro
inglês
24 anos
1,88 m
90 kg
25 jogos/ 8 golos/ 3 assistências

      Avançado forte, poderoso no jogo aéreo, agressivo e com técnica q.b., dotado de uma capacidade física impressionante e que joga sempre nos limites, com uma capacidade de luta e de choque invejáveis, capaz de aguentar muitos 90 minutos seguidos nas pernas, é a referência na área, pronto para finalizar cruzamentos e também passes longos vindos dos companheiros da equipa, perigoso também nas jogadas de contra-ataque, visto ter uma acelaração e velocidade suficientes para deixar os defesas adversários à deriva.


Marcus Tudgay



Avançado
inglês
26 anos
1,75 m
73 kg
32 jogos/12 golos/3 assistências

       Segura bem a bola e gosta de tabelar com os colegas de equipa para depois tirar partido das suas arrancadas, é extremamente rápido e aparece “vindo de lado nenhum” na área, tornando-se muito difícil de ser marcado. Apesar da sua baixa estatura, tem uma excelente capacidade de salto e de cabeceamento, marcando bastantes golos dessa forma. Pode jogar também numa das alas, por isso é-lhe dada alguma liberdade para jogar sem posição fixa, de forma a surpreender as equipas adversárias. É um bom rematador, e fá-lo de forma eficiente com ambos os pés. Apesar da sua juventude, é já uma lenda para os lados de Sheffield.




Chris Iwelumo



Avançado
Escocês
30 anos
1.91 m
86 kg
27 jogos/13 golos/3 assistências

      Experiente avançado que, já depois de iniciar a carreira na Escócia, chegou a passar pelo campeonato alemão e dinamarquês, mas sempre por equipas pouco cotadas internacionalmente. Nesta época, e pela 1ª vez na sua carreira, foi convocado para representar a selecção por duas vezes. Está em excelente forma, é bastante rápido a executar, e tem um ar “cool” em campo, sempre bastante concentrado e compenetrado, é um exímio finalizador... e excelente nas bolas pelo ar, como seria de esperar.

Sylvan Ebanks-Blake



Avançado
Inglês
22 anos
1.78
85 kg
35 jogos/22 golos/5 assistências

      Como escrevi anteriormente, é o artilheiro do campeonato, e é ele o grande responsável pelo 1º lugar dos Wolves. Esta “máquina” de fazer golos é simplesmente demasiado bom para os adversários em questão... Atrevo-me a dizer que teria lugar na maior parte dos clubes da Premier League, mas o clube tem conseguido mantê-lo... até porque sabe que só assim poderá voltar ao convívio com os grandes. Passemos à acção.


[youtube=425,350]8NNOnkY-SPo[/youtube]


      Pela vocação ofensiva que ambos os treinadores têm, e pelo facto dos da casa precisarem urgentemente de começar a ganhar jogos de forma mais assídua, e pelo facto dos visitantes gostarem e “só” saberem atacar, penso que irá ser um jogo aberto e que poderá ter alguns golos. São ambas equipas onde os jogadores atacantes são superiores em termos qualitativos aos outros, por isso esta minha aposta. Não vai ser um jogo com grandes marcações, e será jogado a um ritmo elevado, o que poderá levar a um aumento das situações de golo... e aí os homens da frente poderão fazer aquilo que mais sabem.


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em: 08 de Março de 2009, 17:55


Espanha - Primera Division




Jornada 26 - Domingo 8 Março 2009 - 16:00 Horas


Estadio Reyno de Navarra


  OSASUNA    -    SPORTING GIJON






   Jogo entre duas equipas à procura de pontos para fugirem à despromoção. O Osasuna, em 18º, encontra-se com menos 3 pontos do que o Gijon, precisamente aquele que ocupa a 17ª posição.






   Mas nos últimos jogos, o Osasuna tem estado a ganhar pontos preciosos e já não perde há 6 jogos. Em contraste, o Sporting não ganha há 4 jogos, e só conquistou uma vitória nos últimos 10.






      Na 1ª volta, o Gijon saiu vitorioso por duas bolas a uma, e esse é o único embate a registar entre ambos, nas últimas 8 épocas. Foi essa a estreia do nosso conhecido José António Camacho no comando técnico da equipa, em substituição de Ziganda , isto no passado mês de Outubro. Desde então nada parecia ter mudado... até este recente despertar para a realidade da equipa de Pamplona.


      A jogar num 4-2-3-1, Camacho tenta a todo custo, primeiro não sofrer golos, e depois partir com 2/3 jogadores para o contra-ataque. A Juanfran, e ao checo Plasil, estão entregues as tarefas ofensivas, tanto através de jogadas individuais, como a servir Pandiani, o já muito viajado uruguaio que apesar de só ter realizado 13 jogos (as lesões são o seu maior inimigo), já marcou 6 golos, o que é o suficiente para se destacar como o melhor marcador da equipa.
      Para ajudar este trio de ataque, aparece normalmente o iraniano Masoud, que apesar das exibições bastante irregulares, é indispensável à equipa, principalmente nos jogos em casa, ou quando necessitam de ter mais a bola. Nekouman é o jogador fulcral desta equipa, pois é um “todo-o-terreno”, tão fundamental no futebol actual, sendo mesmo o jogador que mais remata na equipa, levando também já 5 golos na sua conta pessoal.
      Actualmente, a equipa tem estado a defender melhor, tendo sofrido só 1 golo nos últimos 5 jogos, e está bastante bem organizada e moralizada, e como seria de esperar duma equipa treinada por Camacho, o seu forte é a entrega total ao jogo, algo que vai ao encontro do que sempre esteve presente no espírito do clube, e que também é muito característico das equipas no norte de Espanha. Em relação a ausências, Camacho vai poder contar com o 11 habitual que tem vindo a escolher desde que chegou ao clube, sendo que a maior parte dos indisponíveis, já vêm de longa data.


Osasuna: 4-2-3-1


Sporting: 4-1-4-1


      No comando técnico da equipa visitante está Manuel Preciado, antigo jogador e agora treinador já há 3 épocas. Foi na época passada que levou o clube ao 2º lugar da 2a Divisão, conseguindo assim um feito extraordinário para um clube pequeno de Espanha, 10 anos depois de ter caído no 2º escalão. Ainda mais do que o Osasuna, o Sporting tem na “cantera” o segredo do seu sucesso, não sendo de estranhar que só existam no plantel 2 jogadores de outras nacionalidades que não a espanhola, o holandês Colin (que só jogou por duas vezes) e Mate Bilic, o croata que é o finalizador da equipa, contando já com 8 golos apontados.
      Preciado montou a equipa num 4-1-4-1, mas tem estado com problemas para escolher o melhor 11, e mais uma vez não poderá contar com todos os atletas. Neru, o experiente defesa central, vai estar ausente por lesão. González Carmelo, que é aquele que faz mais assistências para golo, também está na lista dos indisponíveis. Canella, o defesa esquerdo e mais utilizado atleta do plantel, também está de fora. Também Pichu, o “ex” titular da baliza, encontra-se desde Dezembro no “estaleiro”.
      São demasiadas contrariedades para uma equipa já dela fragilizada com os recentes resultados, a com uma inexperiência nestas andanças e nesta luta pela manutenção. Mesmo assim, o espírito guerreiro que demonstram em campo, vai mais uma vez ser a maior arma em mais uma batalha neste próximo domingo. De Bilic e Castro (o médio esquerdo), vai depender o que o Sporting irá fazer em termos ofensivos, sendo que a principal preocupação será conter a “fúria” dos homens de camisola vermelha, e para isso os médios Miche, Camacho e Andreu terão de estar ao seu melhor nível.

      O futuro das duas equipas pode passar por este jogo, por isso prevejo um Sporting a jogar concentrado no seu meio campo (sem nunca esquecer o ataque, pois normalmente as equipas espanholas não sabem “só” defender) e um Osasuna a atacar com o “coração”... e a defender com a “cabeça”, ajudados por um público que vai encher o Navarra, e que os vai apoiar até soar o apito final.
      Tendo em conta o estado actual das equipas, é possível que tenhamos uma pequena troca de lugares na classificação, pois uma vitória dos da casa permite-lhes ficar com mais 1 ponto do que os visitantes. Apesar disso poder parecer não significar muito, seria sem dúvida moralizante para os orientados por Camacho, para melhor encararem os restantes jogos da prova.

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1-2




 


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