Autor Tópico: O meu dinheiro está em risco?  (Lida 1131 vezes)

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SoLaRy

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em: 22 de Setembro de 2008, 14:28
Gostei deste artigo... por isso partilho com a malta.

O meu dinheiro está em risco? 
 
O meu banco ou seguradora estão em risco e com tiles as minhas poupanças? E os encargos com o meu empréstimo, como os posso reduzir? Saiba ao que deve estar atento e com o que não vale a pena preocupar-se. E como pode reduzir encargos. André Veríssimo e Maria João Gago 
 
1. Devo tirar o meu dinheiro do banco? 
 
Não. A última coisa que se deve fazer perante uma crise financeira é reagir "a quente" e levantar o dinheiro que se tem no banco. Uma actuação deste tipo poderia generalizar-se, o que contribuiria para aumentar ainda mais o pânico e agravar a crise sem razão de ser. Por outro lado, no horizonte nacional, não se perspectiva nenhuma situação de falência no sector bancário. 
 
A generalidade dos bancos portugueses cumpre os requisitos de solvabilidade impostos pelo Banco de Portugal, o que dá alguma garantia de que a situação da banca portuguesa está sob controlo. Além disso, se no limite um banco português entrar em colapso e não for adquirido por outra instituição, será accionado o Fundo de Garantia de Depósitos, que garante o reembolsos do dinheiro que um cliente tem depositado no banco até ao limite de 25 mil euros. 
 
2. O que significa: "o risco da banca portuguesa aumentou"? 
 
O facto de o risco da banca ter aumentado significa que os bancos portugueses vão ter de pagar mais dinheiro para conseguirem meios financeiros para desenvolverem a sua actividade. O risco sobe porque, perante a envolvente global, há uma percepção de que a generalidade das instituições terá mais dificuldade em cumprir as suas obrigações - quanto mais não seja porque é mais difícil fazer negócios. 
 
Para os clientes comuns, o aumento do risco de um banco tem como reflexo um aumento dos custos dos serviços e dos produtos financeiros - os "spreads" cobrados nos empréstimos à habitação têm tendência para aumentar e as taxas de juro que servem de indexante aos créditos também estão a subir. 
 
Outra consequência é o aumento da concorrência entre bancos pela captação de depósitos de clientes - estes recursos são outra forma de a banca financiar a sua actividade —, o que acaba por ser benéfico, na medida em que os bancos pagam juros mais altos para conseguir atrair mais depósitos. 
 
3. Já faliu algum banco português? 
 
Foi há mais de 20 anos que faliram bancos em Portugal. O colapso da Caixa Económica Açoreana e da Caixa Económica Faialense (CEF) ocorreram em meados dos anos 80 do século passado, mas trataram-se de falências fraudulentas. Ou seja, houve dolo por parte de antigos gestores daquela instituição. 
 
Na sequência destes casos, que fizeram perder as poupanças de vários depositantes, as autoridades reforçaram progressivamente as obrigações de solvabilidade das instituições financeiras. Além disso, em 1992, foi criado o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), destinado a reembolsar os depositantes do dinheiro aplicado em bancos que possam falir. 
 
Desde então, não houve qualquer falência, pelo que o FGD nunca foi accionado. No final de 2007, o património do Fundo ascendia a 1.283 milhões de euros, garantindo quase 1 % dos depósitos que são objecto de garantia. 
 
Repare-se que o fundo não serve para resolver um problema generalizado do sistema financeiro. Esse tipo de instabilidade requerem medidas mais estruturais como as que estão a ser adoptadas nos Estados Unidos. 
 
4. Porque se diz que Portugal não tem casos como os dos EUA? 
 
As entidades de supervisão portuguesas - Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal - têm dito que em Portugal não há casos como os das instituições financeiras norte-americanas porque a exposição dos bancos nacionais ao crédito de alto risco concedido nos Estados Unidos ("subprime") era residual. 
 
No ano passado, a CGD perdeu pouco mais de 80 milhões de euros devido aos investimentos relacionados com o "subprime", enquanto o BPI encerrou um fundo de investimento que tinha investido em títulos expostos ao crédito de alto risco. 
 
Os bancos portugueses são afectados, sobretudo, pela desvalorização dos seus activos decorrente das quedas bolsistas e pelo aumento dos custos de financiamento. 
 
5. O que e estar exposto ao "subprime"? 
 
Estar exposto ao "subprime" significa ter investimentos em activos relacionados com o crédito de alto risco dos Estados Unidos. As instituições mais expostas foram as que concederam os empréstimos que ficaram por pagar porque os seus titulares não tinham condições financeiras para fazer face às dívidas contraídas. Estes créditos foram concedidos por agências imobiliárias, cuja actividade financeira não estava sujeita a qualquer supervisão. Antes deste mercado entrar em colapso, houve várias instituições financeiras que adquiriram créditos e ou que investiram em títulos emitidos tendo por base aqueles financiamentos. Desta forma, estas entidades estavam expostas indirectamente ao "subprime". 
 
O que é o 'subprime'? 
 
O mercado de crédito à habitação de alto risco, ou 'subprime', corresponde a empréstimos concedidos por algumas instituições financeiras norte-americanas muitasdelas não eram bancos - a famílias com rendimentos baixos, muito instáveis ou cobrindo 100% do que se considerava ser o valor da casa. 
 
Com a subida das taxas de juro muitas dessas famílias deixaram de pagar os seus empréstimos e quem concedeu esses créditos também não conseguiu vender de novo as casas. Criou-se, desde finais de Julho do ano passado, um efeito dominó afectando várias instituições financeiras directa ou indirectamente ligadas a este negócio. 
 
As minhas dívidas e investimentos 
 
1. O meu banco está em risco? 
 
Não. Este categórico "não" aplica-se a casos em que tem os seus depósitos, investimentos e dívidas num banco que não tenha sido alvo desta instabilidade. O que é muito provável, uma vez que as instituições que recebem depósitos são mais resistentes este tipo de crise. As instituições mais afectadas são bancos de investimento que não recebem depósitos. Por isso, e porque a banca portuguesa tem uma boa base de capital, que está a reforçar em alguns casos, e porque está a ser seguida pelas autoridades, deve estar atento mas não deve preocupar-se com isso e muito menos entrar em pânico. 
 
2. A CGD é mais segura que os bancos privados? 
 
Teoricamente, a CGD, por ser uma instituição 100% pública, é mais segura que os bancos privados, na medida em que, perante uma situação de dificuldades financeiras, o Estado injectará dinheiro na Caixa. Ainda há pouco tempo, a Standard & Poors melhorou a avaliação de risco de crédito - indicador que mede a capacidade de um banco ou empresa honrar os seus compromissos - da CGD, que é superior à dos concorrentes privados. 
 
Nos bancos privados, os accionistas podem ter menos margem de manobra para fazer face a eventuais dificuldades. Mas, numa situação limite, o próprio Estado, directamente ou através da CGD, pode injectar dinheiro nas instituições privadas para evitar o seu colapso. 
 
3. O encargo com as minhas dívidas vai aumentar? 
 
Sim. O custo do crédito já aumentou em Portugal para todos. E será mais difícil. A Euribor a 6 meses, que serve de indexante à maioria dos créditos, fixou na semana passada o valor mais alto de sempre. Desde o início da crise, a taxa de referência para o crédito aumentou, mesmo sem o BCE subir a sua taxa. Subiu mais em Portugal que noutros países da área do euro. 
 
A instabilidade deve continuar. Não é de esperar uma descida nas taxas de juro. 
 
4. Como reduzir a prestação da casa? 
 
Alargar o prazo do contrato, solicitar ao banco um período em que só paga juros e não amortiza capital ou o adiamento de parte do capital para o fim do contrato, passar de taxa variável para taxa fixa e pagar parte do empréstimo. 
 
São cinco vias para reduzir a prestação da casa, dependente da situação orçamental de cada pessoa. Começando pelo aumento do prazo do contrato: se ainda o conseguir fazer, permite-lhe aliviar a prestação porque paga o empréstimo durante mais anos. 
 
Tem um "custo", a casa sai mais cara. O período de carência (de pagamento de juros) alivia a prestação no curto prazo mas aumenta a seguir, porque os juros serão contabilizados e somar-se-ão ao capital. Quanto ao diferimento de capital, que corresponde a transferir para o fim do contrato uma fatia do empréstimo, também reduz a prestação agora mas aumenta-a no futuro quando tiver de pagar esse capital acumulado com juros. 
 
Qualquer um destes dois casos atira para o futuro maiores encargos, cabendo-lhe avaliar se a sua situação de dificuldade é apenas transitória. O recurso à taxa fixa é a receita para quem gosta de saber quanto vai pagar ao longo de um determinado período, sem estar dependente das evoluções da Euribor no curto prazo. Mas esta solução não reduz, em regra, a prestação. A última via para reduzir a prestação é amortizar uma parte da dívida. Na actual conjuntura em que poucas aplicações se podem orgulhar de ter um risco muito baixo, há quem considere que o melhor destino a dar a algum dinheiro que se tenha de parte é pagar as dívidas. Terá de fazer as contas e ver se lhe vale mais ter o dinheiro aplicado ou usá-lo para pagar pelo menos parte do crédito à habitação. 
 
5. É tempo de voltar às acções? 
 
Há neste momento empresas cujas acções se podem considerar em saldo se relacionarmos a sua cotação com os lucros que geram ou, melhor ainda, que se perspectiva que gerem. A longo prazo pode não ser um mau investimento comprar agora acções escolhendo negócios específicos - não se esqueça que, ainda não se sabe, mas pode registar-se uma recessão na Europa e logo em Portugal. 
 
Mas se optar por comprar, tenha presente que ainda se pode viver algum nervosismo nas bolsas. 
 
1. Como a crise pode afectar os meus fundos? 
 
A crise financeira provocou uma forte aversão ao risco entre os investidores, levando-os a desfazer-se das acções. Além dos títulos do sector financeiro, os mais castigados, a generalidade das empresas a nível global caiu em bolsa, provocando uma perda de valor dos activos em que o fundo investe. Também os fundos de obrigações, em particular os que investiram em dívida de bancos e empresas foram penalizados. 
 
2. Devo resgatar os meus fundos? 
 
Em primeiro lugar deve evitar o pânico e tomar uma decisão ponderada, procurando o conselho de um profissional. Se tem as poupanças num fundo de acções e pode vir a necessitar do dinheiro em breve, poderá querer resgatar as unidades de participação para evitar novas perdas. Mas se puder, deve esperar pelo regresso da estabilidade aos mercados e tentar recuperar as perdas. 
 
O investimento em activos de elevado risco, como as acções, deve ser sempre efectuado no longo prazo. 
 
3. O meu fundo tinha acções ou obrigações do Lehman Brothers e da AIG. E agora? 
 
A falência da Lehman Brothers atirou o valor das acções da empresa para quase zero, o que significa que os fundos que as tinham em carteira sofreram uma desvalorização idêntica na sua posição. No caso de se tratarem de obrigações, os fundos que as tinham são credores do banco americano. Mas os activos do Lehman Brothers podem revelar-se insuficientes para permitir todos os reembolsos. 
 
Neste caso, haverá também perdas para os fundos. No caso das Fannie Mae, Freddie Mac e AIG, que passaram para o controlo do Tesouro americano, que ficará com 80% do seu capital, os investidores em fundos serão apenas penalizados pela queda violenta das cotações, já que a dívida ficará garantida. 
 
4. Se o banco que gere os meus fundos for à falência o que acontece? 
 
Embora as decisões de investimento sejam tomadas pela sociedade gestora, que tipicamente pertence a um banco, o património do fundo é autónomo. Ou seja, pertence aos investidores e não à sociedade gestora. Caso o banco a que ela pertence vá à falência, os investidores mantém o seu património. O banco que adquirir o negócio passará a ser responsável pela gestão dos fundos. 
 
4. Há mecanismos de protecção? 
 
A supervisão das sociedades gestoras de fundos, da comercialização de produtos de investimentos e do mercado de capitais português em geral está a cargo da CMVM. Cabe-lhe também gerir o Sistema de Indemnização aos Investidores (SII), criado em 1999, com o objectivo de proteger os pequenos investidores, no caso de incapacidade financeira dos intermediários financeiros para reembolsar ou restituir o dinheiro ou os instrumentos financeiros que lhes pertençam. 
 
O sistema é accionado em caso de falência ou revogação da licença para o exercício da actividade. O SII garante o reembolso até ao limite de 25.000 euros por cada investidor. 
 
1. Há risco de falência das seguradoras a actuar em Portugal? 
 
Não há conhecimento de que alguma companhia de seguros portuguesa esteja numa situação de risco de falência, apesar de os resultados destas empresas terem recuado nos primeiros seis meses do ano. A actuação do Instituto de Seguros de Portugal, que tem a responsabilidade de supervisionar a indústria seguradora, também dá motivos de tranquilidade, na medida em que respondeu à crise com um acompanhamento mais regular da evolução das carteiras das seguradoras. 
 
2. A crise financeira deve ser motivo de preocupação para os clientes? 
 
As companhias de seguros fazem parte do sistema financeiro e, na medida em que gerem recursos recolhidos junto dos seus clientes também fazem investimentos. No contexto actual, estas aplicações perderam valor e podem levar as seguradoras a registarem perdas. Tal como na banca, pode ainda haver uma exposição à crise do "subprime" que ainda não tenha sido assumida. 
 
Estas possibilidades, a confirmarem-se, são desafios para os gestores das empresas de seguros e, nessa medida, podem também ser motivo de preocupação para os seus clientes. No caso português, não se perspectiva nenhum colapso, o que é deve tranquilizar os consumidores. 
 
3. Tenho um PPR numa companhia de seguros. Devo resgatá-lo? 
 
Não. Não havendo perspectivas de colapso das seguradoras a operar em Portugal não há motivos para adoptar medidas radicais. E relativamente ao risco de falência de grandes companhias norte-americanas, que parece afastado, o Instituto de Seguros de Portugal (ISP), já veio garantir que os seus activos estão investidos em Portugal e são suficientes para fazer face às responsabilidades comprometidas com os clientes nacionais. 
 
Mesmo que o seu PPR valha menos do que há um ano ou menos do que o valor que investiu tenha presente que se trata de um investimento de longo prazo. Nesta perspectiva, oferece mais possibilidades de valorização que um depósito a prazo. Por outro lado, não se esqueça que o resgate antecipado de PPR está sujeito às penalizações previstas no contrato e ainda à devolução do montante dos benefícios fiscais atribuídos ao titular deste produto no momento em que foram realizadas as entregas de dinheiro. 
 
Deve ter em conta estes encargos antes de decidir se quer ou não recuperar o dinheiro que tem aplicado no seu PPR. 
 
4. O que acontece ao seguro do carro ou da casa no caso da seguradora colapsar? 
 
No caso destes produtos de seguros, o cliente paga um prémio anual para receber uma indemnização caso seja vítima de acidente. No pior dos cenários, o seguro pode deixar de ter efeito antes do final do prazo previsto no contrato, apesar deste estar pago. Caberá então ao cliente procurar outra companhia para fazer novo seguro. Se o seguro se extinguir, o cliente pode sempre tentar reaver o dinheiro do prémio, em função do tempo do contrato que ainda não decorreu. 
 
5. Os prémios dos seguros vão aumentar? 
 
Não é de excluir que os custos dos seguros subam devido à crise. As companhias procurarão várias formas de recuperar as perdas que tiveram de assumir com a turbulência dos mercado, pelo que até é bastante provável que o valor dos prémios aumente. Outro factor que contribuirá para esta tendência é o provável aumento dos custos de resseguro - contratos que as companhias fazem para transferir os riscos dos seguros dos seus clientes.
 

Fonte: Jornal Negócios



XavierCosta

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aNHaDuH

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Re: O meu dinheiro está em risco?
« Responder #2 em: 22 de Setembro de 2008, 14:39 »

SoLaRy

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Tendo em conta que estamos na presença num site de apostas vou fazer o seguinte comentário:
Parece-me que com a quantidade de casa de apostas que foram surgindo, há o risco de algumas falirem.Temos de ter cuidado em que sites temos o dinheiro, há aí uns que dificilmente faliram, contráriamente há outros que nunca se sabe o que pode acontecer...



suecos

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este é um post para se ir lendo, não dava para resumires isto, Solary?

;)
Em Portugal, quem rouba um tostão é um ladrão, quem rouba um milhão é um barão...



SoLaRy

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este é um post para se ir lendo, não dava para resumires isto, Solary?

;)

Em 10 minutos les isso ;)



miltonferreira

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Interessantíssimo :bom:

Muito mesmo. Vou imprimir para ler com calma.
Macho que é macho não bebe leite, come a vaca!



mara

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em: 22 de Setembro de 2008, 14:50
Tendo em conta que estamos na presença num site de apostas vou fazer o seguinte comentário:
Parece-me que com a quantidade de casa de apostas que foram surgindo, há o risco de algumas falirem.Temos de ter cuidado em que sites temos o dinheiro, há aí uns que dificilmente faliram, contráriamente há outros que nunca se sabe o que pode acontecer...
Exactamente e ás vezes faz-me especie como é que há apostadores que tem 10 000€ ou mais em casa de apostas, não entedo mesmo...se o maior 4º banco dos EUA veio abaixo muito mais depressa muitas das casas trepaceiras que andam por aí um dia tentam abrir a pagina e CAPUT.
« Última modificação: 22 de Setembro de 2008, 14:51 por mara »
Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.



Forum de Apostas

Re: O meu dinheiro está em risco?
« Responder #7 em: 22 de Setembro de 2008, 14:50 »

Bruno Coutinho

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em: 22 de Setembro de 2008, 16:03
Até vou imprimir.



kalsberg

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em: 22 de Setembro de 2008, 16:19
Tendo em conta que estamos na presença num site de apostas vou fazer o seguinte comentário:
Parece-me que com a quantidade de casa de apostas que foram surgindo, há o risco de algumas falirem.Temos de ter cuidado em que sites temos o dinheiro, há aí uns que dificilmente faliram, contráriamente há outros que nunca se sabe o que pode acontecer...

Não é preciso ir muito longe. Tenho uns trocos na Bettingstar24 e há coisa de um mês atrás reparei que só haviam meia dúzias de jogos pra apostar. Mandei e-mail a perguntar o motivo e pedi um levantamento e nem sequer responderam nem levantaram. Passado uns quinze dias, um aviso na página inicial a dizer que estavam em negociações com uma grande casa de apostas e que estavam sem apoio técnico. Pra não nos preocuparmos que as negociações levavam o seu tempo, mas nosso dinheiro estava a salvo. Essa semana já está o aviso no site que foram concluídas as negociações e estão sob nova gerência. O saldo continua lá, as odds começam a aparecer aos poucos e agora estou a espera do levantamento.



foyar

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Muito bom o artigo, em poucas e fáceis palavras se explica muita coisa ;)
"os grandes homens falam de ideias, os homens médios falam de coisas, os homens pequenos falam de outros homens"



Andre Gomes

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Tendo em conta que estamos na presença num site de apostas vou fazer o seguinte comentário:
Parece-me que com a quantidade de casa de apostas que foram surgindo, há o risco de algumas falirem.Temos de ter cuidado em que sites temos o dinheiro, há aí uns que dificilmente faliram, contráriamente há outros que nunca se sabe o que pode acontecer...
Exactamente e ás vezes faz-me especie como é que há apostadores que tem 10 000€ ou mais em casa de apostas, não entedo mesmo...se o maior 4º banco dos EUA veio abaixo muito mais depressa muitas das casas trepaceiras que andam por aí um dia tentam abrir a pagina e CAPUT.

Daí a importância de termos a nossa banca em casas de bom rating (A no minimo).  :bom:

Porque devem haver mais casas de apostas que hipermercados em todo o mundo  :shock:



Dunadan

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este é um post para se ir lendo, não dava para resumires isto, Solary?

;)

Em 10 minutos les isso ;)

Não te deves preocupar, por agora.



braga37

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Diogo Carvalho

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Tendo em conta que estamos na presença num site de apostas vou fazer o seguinte comentário:
Parece-me que com a quantidade de casa de apostas que foram surgindo, há o risco de algumas falirem.Temos de ter cuidado em que sites temos o dinheiro, há aí uns que dificilmente faliram, contráriamente há outros que nunca se sabe o que pode acontecer...

neteller tem segurança certo? tenho la bastante dinheiro




 


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