Autor Tópico: Faleceu Randy Pausch, Professor Universitário autor da Última Palestra/Aula  (Lida 498 vezes)

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Dunadan

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Randy Pausch Last Lecture: Achieving Your Childhood Dreams

[youtube=425,350]ji5_MqicxSo[/youtube]


'Last Lecture' Professor, Randy Pausch, Dies

http://blog.wired.com/wiredscience/2008/07/last-lecture-pr.html

Randy Pausch, a Carnegie Mellon computer science professor who became a national celebrity last year after a lecture he gave became a viral video sensation, died today of complications from pancreatic cancer, CMU reported. He was 47.

Last September, when Pausch delivered the talk, he believed he had less than six months to live, a fact which added gravitas to the spirited, pithy address about the merits of perseverance.

Pausch turned the address into a book, which became a runaway best-seller when it was released in April and remains in the top 20 books on Amazon.com.

Back then, Pausch told Wired.com, "We're clawing for every extra month we can get. Realistically, I hope to get two to four more months."

His last entry on his health update webpage, which now appears to be offline running slowly, was dated June 26th, and detailed his decision to stop doing more chemotherapy and focus on immunotherapy-based treatments. (A friend later posted on July 24th that Pausch was in hospice care.)

Pausch was recognized within computer science for his research on the way that humans interacted with computers, working with CMU's Human-Computer Interaction Institute and creating ALICE, a 3-D programming environment for children. But a brilliant career as a teacher and researcher was overshadowed by the simple, no-nonsense wisdom of the talk, entitled, "Really Achieving Your Childhood Dreams." The video, embedded below, has received more than 3 million views on YouTube.

Pausch described the talk in words as touching as they were sad.

"I'm attempting to put myself in a bottle that will one day wash up on the beach for my children," he said.         

Despite the fame and attention that Pausch received in the last few months of his life, he seemed eager to step out of the limelight as he neared his death.

"I've said my piece," he said in our last interview. "My time now is entirely focused on family."

Donations can be made to Carnegie Mellon's Randy Pausch Memorial Fund.




"Os grandes espíritos nunca morrem, antes ficam dentro de nós, nos nossos corações, para sempre!"


Morreu norte-americano famoso pela última aula que deu - RTP Notícias

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=356278&tema=31


Fenómeno Youtube
Professor famoso por ‘A Última Aula’ morreu hoje vítima de cancro no pâncreas
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=102869

Randy Pausch ficou famoso depois de o vídeo da sua ‘última aula’ ter tido milhões de visitas no Youtube. Depois de descobrir que tinha cancro no pâncreas, o professor despediu-se dos alunos numa aula emocionada que correu mundo. Morreu hoje, aos 47 anos


Pausch morreu hoje na sua casa em Chesapeake, Virginia, afirmou Jeffrey Zaslow, jornalista do Wall Street Journal que co-escreveu com Pausch o seu livro baseado na aula.

Foi diagnosticado a Pausch em Setemebro de 2006 cancro no pâncreas incurável. A sua popular aula na universidade Carnegie Mellon um ano depois ganhou atenção internacional e até lhe valeu uma visita ao programa televisivo Oprah.


Artigos relacionados: Autor da 'última aula' morre nos Estados Unidos

http://www.newstin.com.pt/sim/pt/70566125/pt-010-000374973


Randy Pausch - UmA lUz nA eScuRidÃo

http://umaluznaescuridao.blogs.sapo.pt/107785.html


Terça-feira, 1 de Abril de 2008
Randy Pausch
Vi no telejornal do canal 1, e vim a procura na net , a historia incrível deste homem...

******

O que diria aos seus alunos se soubesse que lhe resta pouco tempo de vida? Um tranquilo professor de informática norte-americano transformou uma tradição universitária em acontecimento mundial. A sua "última palestra" vai ser editada em livro para a semana. Por Ana Gerschenfeld

Randy Pausch sabe que vai morrer, mas não dentro de décadas, quando for velho e tiver netos. Pode morrer dentro de semanas, talvez meses - amanhã, até - e a menos que aconteça um milagre, morrerá antes do fim do ano. Aos 47 anos, este professor de Informática da Universidade de Carnegie-Mellon , em Pittsburgh , na Pensilvânia, craque da realidade virtual, casado e pai de três crianças pequenas, sofre de um cancro terminal do pâncreas.

Na sua universidade, existia uma tradição: os professores podiam "fingir" que estavam a morrer e proferir uma "última palestra", durante a qual tinham a oportunidade de transmitir aos seus alunos e à posteridade as lições de vida que achavam mais relevantes. Mas quando Randy Pausch subiu ao palco, a 18 de Setembro do ano passado, a morte não era uma hipótese remota para ele. Estava ali, tangível, quase no horizonte imediato.

Pausch começou por apresentar os resultados da sua última TAC abdominal e, apontando para as imagens em raios X, por dizer que, literalmente, não tinha muito tempo para viver: "Dez tumores no meu fígado [e outros no pâncreas], e os médicos disseram-me que me restam três a seis meses de boa saúde. Isso foi há um mês, portanto façam as contas." Acrescentou que, por incrível que isso fosse, naquele momento se sentia fantasticamente bem - e para o provar, fez logo ali, à frente de um público de 400 pessoas, uma série de flexões dignas de um ginasta.

Mas durante a hora que se seguiu, Pausch não falou da sua doença, nem da dor profunda que sente por saber que não verá crescer os seus filhos - e que provavelmente os dois mais novos (que têm quatro e dois anos, respectivamente) nem se irão lembrar dele em primeira mão. O mais velho fez seis anos há pouco. Quis falar, antes, de coisas "menos importantes" do que a mulher e os filhos ("dos quais não posso falar sem chorar"), isto é, da segunda coisa mais importante do seu ponto de vista. Daquilo que significa "realmente realizar os seus sonhos de infância". Foi esse o tema que escolheu para a sua última palestra.

Em poucas semanas, o vídeo da conferência, que foi primeiro noticiada por um jornalista do Wall Street Journal (que agora co-assina com Pausch o livro que vai ser lançado para a semana nos EUA) e depois difundida no YouTube , foi visto por mais de seis milhões de pessoas no mundo, da Alemanha à China. O olhar intenso, as sobrancelhas grossas, a cara de típico bom rapaz americano, o sorriso amplo, o sentido de humor, a sua energia e a vontade de viver e de lutar, a sua atitude perante a vida e a morte tocaram multidões.

Sonhos e paredes

Pausch apresentou a sua lista de sonhos de infância, que iam de "ganhar peluches gigantes nas feiras" (o que fez repetidamente) a "ser como o capitão Kirk " (personificado por William Shatner na série Star Trek dos anos 60). Olhando para o seu currículo de sonhos realizados, ele é de facto bastante impressionante. O que não significa que Pausch tenha sempre conseguido exactamente o que sonhava. Mas, mesmo assim, em muitos casos conseguiu e nos outros a alternativa foi tão boa ou melhor do que o sonho original. Muitas vezes, pareceu-lhe que estava a bater com a cabeça contra um muro quando tentava realizar um desses sonhos, mas isso nunca o desalentou.

Por exemplo, já professor, experimentou, com os seus alunos, o estado de microgravidade a bordo do chamado Vomit Comet da NASA (um avião que simula uma queda livre de cerca de 25 segundos, criando no seu interior as condições de "gravidade zero" do espaço). Previsivelmente, não conseguiu jogar no nível de topo do futebol americano (um outro sonho), mas adorou esse jogo enquanto amador e o desporto em geral - continuava, há semanas ainda, a andar uma hora de bicicleta por dia.

Durante uma sabática, foi trabalhar para a Disney Imagineering (outro sonho) na criação de mundos virtuais para os parques temáticos da Disney, mas quando lhe propuseram um emprego preferiu voltar para a vida académica (permanecendo no entanto como consultor da empresa, "o melhor de dois mundos", diz Pausch ). Também recebeu há uns anos a visita de Shatner Kirk no seu laboratório de realidade virtual de Carnegie-Mellon .

Só que os sonhos de infância não são a única segunda coisa mais importante: tão importante quanto isso é ajudar outros a realizar os deles. Aí também, Pausch conseguiu o que queria: criou e ensinou durante dez anos um curso multidisciplinar e inovador, intitulado Building Virtual Worlds , que foi um autêntico sucesso. Foi co-fundador do Centro de Tecnologias do Entretenimento da Carnegie-Mellon e fez Alice, um software educativo que pode ser utilizado até por miúdos das escolas para criar animações por computador - e ao mesmo tempo aprender a programar na linguagem Java.

A mensagem de toda esta história? "Os muros não existem para nos deixar de fora", diz Pausch . "Existem para nos dar a oportunidade de mostrar quanto desejamos uma coisa. Estão lá para parar as outras pessoas." No fim da palestra, deixou algumas lições, tais como "ouvir realmente as críticas dos outros", "trabalhar muito", "ser-se bom em alguma coisa, porque isso nos faz sentir que valemos algo". E para fechar, numa espécie de reviravolta dramática, perguntou: "Já perceberam qual foi o verdadeiro objecto da minha palestra? Foi como viver a vossa vida. Se a viverem da forma certa (...) os sonhos virão." Depois, à beira das lágrimas, uma outra adivinha: "Já perceberam qual foi o segundo objecto da minha palestra? É que ela não é para vocês, é para os meus filhos. Obrigado a todos e boa noite."

A doença no quotidiano

O cancro de Randy Pausch foi diagnosticado em Setembro de 2006. Ele e a sua mulher, Jai , pensavam que se tratava de uma hepatite, mas o exame revelou a extrema gravidade da situação. Pausch foi operado pouco tempo depois, tendo-lhe sido retirados "um terço do estômago, um pedaço do intestino, a vesícula biliar e um terço do pâncreas". Semanas depois, foi a Houston para se submeter a uma combinação altamente agressiva e tóxica de quimioterapia e radioterapia, regressando para a terminar em Pittsburgh umas semanas mais tarde. Recebeu, ainda, várias doses de uma vacina experimental. Tudo para tentar fazer com que os tumores não reaparecessem, para aumentar as suas hipóteses de sobrevivência. Uma página na Web http://download.srv.cs.cmu.edu/~pausch/news/index.html ) descreve ao pormenor como tem sido a sua vida desde então. A recuperação foi lenta, a perda de peso massiva, o cansaço extremo.

Apesar disso, a seguir à operação e aos tratamentos, Pausch acreditou que talvez estivesse entre os raros doentes que conseguem sobreviver a este cancro altamente letal durante cinco anos. A doença não parecia ter-se espalhado para o resto do seu organismo. A má notícia chegaria um ano mais tarde, em Agosto de 2007, quando a TAC (que fazia periodicamente) mostrou o regresso em força dos tumores. A partir daí, diz Pausch , "não há plano B ". Apenas quimioterapia paliativa, um tratamento que consiste em medicamentos que travam, temporariamente, o crescimento e a progressão das metástases. "Depois disso, é difícil saber quão rápido será o declínio, e não é uma maneira particularmente agradável de morrer", diz Pausch na sua entrada de 15 de Agosto.

Foi nessa altura que os seus médicos lhe anunciaram que lhe restavam, no máximo, três a seis meses de vida de qualidade. Seis meses mais tarde, já em Fevereiro deste ano, Pausch escrevia no seu boletim de saúde online: "Faz hoje seis meses que me disseram isso. (...) ainda estou vivo (..) Hoje, andei de bicicleta (...) Vou continuar a divertir-me todos os dias que me restam, sejam eles muitos ou poucos." Viver um dia de cada vez, tentando ganhar tempo ao tempo, nem que sejam umas semanas ou uns meses.

Porém, o sofrimento físico e emocional que o cancro do pâncreas impõe é tudo menos divertido. E Pausch sabe-o muito bem. O cansaço extremo provocado pela cirurgia e os tratamentos - e sobretudo o facto de saber exactamente o que lhe vai acontecer quando os medicamentos deixarem de surtir efeito, são algo difícil de imaginar para quem não passou por isso.

Mas não para esta família: mal souberam que o cancro tinha regressado, Pausch e a mulher decidiram mudar-se com os filhos para Norfolk, na Virgínia, onde vive a família de Jai , em previsão dos tempos que estão para vir. Pausch trabalha por email e via Web a partir da sua casa, brinca o mais possível com os filhos, descansa e dorme quando já não tem forças para mais nada. Jai e eu estamos a começar a considerar quais serão as nossas opções em termos de cuidados paliativos quando chegar a altura disso", escreve Pausch .

A quimioterapia paliativa teve de ser entretanto reforçada, em Janeiro de 2008, porque os tumores estavam a dar mostras de quererem voltar a avançar. E há pouco mais de duas semanas, foi preciso suspender todos os medicamentos porque Pausch sofreu, devido à sua toxicidade, uma insuficiência renal, insuficiência cardíaca e acumulação de líquidos à volta dos pulmões e teve de ser hospitalizado. A urgência médica já foi ultrapassada, não tendo aparentemente deixado sequelas permanentes. Na entrada de anteontem, 29 de Março, na página Web lê-se: "Estou claramente a recuperar energia; cada dia passo menos tempo na cama e estou a sentir-me globalmente mais "humano"."

A actividade tumoral, essa, tem vindo a aumentar lentamente, mas Pausch e o seu médico confiam que ele vai poder retomar em breve a quimioterapia. Pausch também se tem informado sobre outros tratamentos que poderia experimentar quando já nada do que está a fazer resultar. Mas são poucas as alternativas credíveis.

Um cancro "órfão"

O cancro do pâncreas vitima, por ano, dezenas de milhares de pessoas nos EUA e na Europa. Afecta mais os homens do que as mulheres, não há método de diagnóstico precoce e uma vez declarado, as hipóteses de sobreviver para além de uns meses são escassas. O actor Patrick Swayze, de 55 anos, anunciou há dias que tinha cancro do pâncreas - e antes dele vieram outras celebridades, como o pintor belga René Magritte (morreu em 1967), o trompetista de jazz Dizzie Gillespie (1993) ou o cantor de ópera Luciano Pavarotti (2007).

O cancro do pâncreas é aquilo a que se costuma chamar uma "doença órfã". Basicamente, é uma doença que não interessa os cientistas e para a qual não tem havido, portanto, grandes avanços terapêuticos. E se há uma coisa que enfurece Pausch (ele, que não se quer deixar abater pela sua trágica situação pessoal), é precisamente isso. Pausch tornou-se agora um activista da causa e começou a colaborar com organizações como a PanCan (pancan.org) para sensibilizar os políticos norte-americanos. Diz que quer ser o "Michael J. Fox do cancro do pâncreas", numa referência ao actor de Regresso ao Futuro que tem feito um intenso lobbying a favor da investigação da doença de Parkinson, de que padece.

Foi por isso que, apesar do seu estado de saúde das últimas semanas, Pausch não quis perder a oportunidade de ir a Washington, a 13 de Março, falar da sua doença perante uma comissão do Congresso. Com apenas oito minutos de duração, o clip de vídeo, disponível em http://download.srv.cs.cmu.edu/~pausch/, é um autêntico manifesto.

Ninguém fala deste cancro porque as suas vítimas "morrem demasiado depressa", explica Pausch . E os cientistas mais jovens e mais inovadores não estão interessados porque não há dinheiro para a investigação nesta área. Ora, sem eles, nunca haverá uma solução para esta doença. Já não chegam as quimioterapias e as cirurgias, o futuro passa pela genética. E se houver dinheiro para a investigação, Pausch acredita que, quando os seus filhos forem crescidos, haverá uma cura. Financiar intensivamente a investigação científica é o ingrediente necessário e suficiente para que as coisas aconteçam, disso não tem dúvida. Ele próprio é investigador e sabe como as coisas se passam.

Antes de a audiência terminar, Pausch puxa de uma fotografia da família e apresenta-a com uma emoção mal contida, desenhando setas com um marcador vermelho: "Dylan de seis anos, que adora dinossauros; Logan, quatro anos (...) e Chloe, dois anos. (...) E esta é a minha viúva."


:venia: :venia: :venia: RIP Randy Pausch :venia: :venia: :venia:
« Última modificação: 27 de Julho de 2008, 05:21 por Dunadan »



dreams

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Tive a ler com atenção e é realmente chocante, mesmo tirando-lhe as partes cancerisnas e parecendo tudo "ok", os tumores internos voltaram, parece destino.

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Antes de a audiência terminar, Pausch puxa de uma fotografia da família e apresenta-a com uma emoção mal contida, desenhando setas com um marcador vermelho: "Dylan de seis anos, que adora dinossauros; Logan, quatro anos (...) e Chloe, dois anos. (...) E esta é a minha viúva."

Isto é por demais chocante.

Uma morte triste e dolorosa.



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Não faço ideia de quem seja :oops:, mas que o senhor descanse em paz.



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Vi na SIC um bocado da aula, e ele mete-se a fazer flexões a dizer que está em melhor forma que o pessoal todo ali dentro da sala.
Lutou muito para que haja mais apoios para o cancro do pâncreas  :venia: :venia:



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Que brutal. Posso dizer que vi quase tudo, e apesar do estado da doença nunca perde o sentido de humor.
As palmas no fim sao arrepiantes :venia:




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Porra! É nestas alturas que tomamos consciência de quem não somos eternos e nos questionamos se já fizemos (quase) tudo que gostaríamos, e que está ao nosso alcance  :s
"Amo a liberdade! Por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem foi porque as conquistei, se não voltarem foi porque nunca as tive."



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Notícia de nos deixar com pele-de-galinha...  :(

Uma  :venia: para a forma digna com que este senhor decidiu abandonar-nos e a lição de vida que nos mostrou...
QUERES CONHECER O PROJECTO MAIS REVOLUCIONADOR ALGUMA VEZ CONHECIDO NO MUNDO DAS APOSTAS?

:cool: www.betarena.com :cool:



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Randy Pausch, 47, Dies; His ‘Last Lecture’ Inspired Many to Live With Wonder

http://www.nytimes.com/2008/07/26/us/26pausch.html

By DOUGLAS MARTIN
Published: July 26, 2008

Randy Pausch, the professor whose “last lecture” made him a Lou-Gehrig-like symbol of the beauty and briefness of life, died Friday at his home in Chesapeake, Va. He was 47, and had lived five months longer than the six months a doctor gave him as an upside limit last August.


The cause was metastasized pancreatic cancer, Carnegie Mellon University announced.

Professors are sometimes asked to give lectures on what wisdom they would impart if they knew it was their last chance. Soon after Dr. Pausch (pronounced powsh), a computer science professor at Carnegie Mellon, accepted that challenge, he learned he had months to live.

He hesitated, then went ahead with the lecture, on Sept. 18, 2007. He said he intended to have fun and advised others to do the same. He spoke of the importance of childlike wonder.

But Dr. Pausch did not omit things that would break just about anybody’s heart. He spoke of his love for his wife, Jai, and had a birthday cake for her wheeled on stage. He spoke of their three young children, saying he had made his decision to speak mostly to leave them a video memory — to put himself in a metaphorical bottle that they might someday discover on a beach.

As the video of his lecture spread across the Web and was translated into many languages, Dr. Pausch also became the co-author of a best-selling book and a deeply personal friend, wise, understanding and humorous, to many he never met.

“His fate is ours, sped up,” wrote Jeffrey Zaslow, a Wall Street Journal columnist who covered the lecture on the chance it would be a good story, and helped bring it wider awareness. The book he wrote with Dr. Pausch, “The Last Lecture,” was published this year and became a No. 1 best seller; last week it was still No. 1 on The New York Times list of advice books.

Some of the millions who saw Dr. Pausch on YouTube and elsewhere wrote letters and e-mail to The Journal and many blogs. Some said he inspired them to quit feeling sorry for themselves, or to move on from divorces, or to pay more attention to their families. A woman said the video gave her the strength to escape an abusive relationship; others said they decided not to commit suicide because of it.

The effort and the effect, even before the book, have been likened to Mitch Albom’s book on lessons he learned from his dying college professor, “Tuesdays with Morrie” (1997).

Dr. Pausch said in an interview with USA Today that he had never read that book.

“I didn’t know there was a dying-professor section at the bookstore,” he said with typical sardonic wit.

Time magazine named Dr. Pausch one of the 100 most influential people in the world, and ABC declared him one of its three “persons of the year” for 2007. Oprah Winfrey promised him 10 minutes of uninterrupted speaking time, and he used it to give a condensed version of the lecture.

Randolf Frederick Pausch was born in Baltimore on Oct. 23, 1960. In his lecture, he praised his parents for letting him paint pictures on the walls of his room. Dozens of parents wrote him to say they followed this example and allowed their children to decorate in the same way.

Dr. Pausch graduated from Brown University, earned his Ph.D. in computer science from Carnegie Mellon, taught at the University of Virginia for a decade and joined Carnegie Mellon’s faculty in 1997. In addition to working in the computer science department, he had appointments in the Human-Computer Interaction Institute and the School of Design.

His passion was creating programs he called computer worlds that students could use to create games. In fact, they were learning sophisticated computer skills. His annual virtual reality contest was highly anticipated, and work on virtual reality by some of his students won them the chance to experience weightlessness on an aircraft. They then used virtual reality techniques to mimic weightlessness.

Dr. Pausch received awards from academic and industry groups. Carnegie Mellon named a footbridge between its computer science and arts building for him to commemorate his efforts to link the fields.

Carnegie Mellon had a tradition of asking professors near the ends of their careers to deliver what it called “The Last Lecture,” but the name had been changed to “Voyages” when Dr. Pausch gave his. He bet with friends that no more than 50 people would attend. There was standing room only in the 400-seat auditorium.

Using images on a giant screen, he began by showing a slide of CT scans revealing 10 tumors on his liver. He then said he never felt better, and dropped to the floor to do push-ups, some one-handed.

He showed photos of himself as a boy, then listed his youthful dreams: to win giant stuffed animals at carnivals, to walk in zero gravity, to design Disney rides, to write a World Book entry (on virtual reality). He said he had accomplished them all.

But it turned out that other aspirations remained. When the director of the new “Star Trek” film heard that Dr. Pausch was a Trekkie, he invited him to appear in a cameo role, including a spoken line. When the Pittsburgh Steelers heard he had dreamed of playing pro football, they let him participate in a practice.


This March, Dr. Pausch testified before a House committee in Washington in favor of more money for researching pancreatic cancer. He held up an 8-by-10 picture of his three children and his wife, whom he noted would soon be his widow.

Dr. Pausch is survived by his wife, the former Jai Glasgow; his sons, Dylan and Logan; his daughter, Chloe; his mother, Virginia Pausch of Columbia, Md.; and his sister, Tamara Mason of Lynchburg, Va.

Dr. Pausch gave practical advice in his lecture, avoiding spiritual and religious matters. He did, however, mention that he experienced a near-deathbed conversion: he switched and bought a Macintosh computer.
« Última modificação: 29 de Julho de 2008, 22:07 por Dunadan »




 


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